As demarcações da FUNAI e as invasões de terras por índios

João Bosco Leal*

Indios em Antonio João 05O antigo Serviço de Proteção aos Índios virou a atual FUNAI. Portanto, a FUNAI existe para proteger os índios e, assim, está para os índios como a CNA está para o produtor rural. Assim, como outorgar à CNA a competência para demarcar terras indígenas, tendo em vista sua parcialidade? Do mesmo modo, como entregar à FUNAI, também por sua parcialidade, a função exclusiva de demarcar terras indígenas?

Então, como fazer o produtor rural, que possui os títulos de suas terras – alguns há mais de um século -, outorgados pelos órgãos constitucionalmente competentes, aceitar que agora sua terra não mais lhe pertence porque a FUNAI a demarcou como sendo terra indígena?

Ora, quando de seu descobrimento, TODO o Brasil era dos índios. À medida que os governos legalmente constituídos foram tendo interesse em colonizar determinadas regiões do país, as terras chamadas “devolutas”, ou seja, “do Estado”, eram tituladas provisoriamente àqueles que para aquela região se dispunham a se mudar e lá desbravar essa terra. Após 10 anos, se ele realmente estivesse ainda morando na propriedade e tivesse dado a ela o destino determinado pelo governo, só aí receberia o título definitivo da mesma.

Em décadas mais recentes, ainda durante os governos militares, isso ocorreu na colonização dos estados do Acre, Rondônia e Roraima, onde, além de colonizar as regiões, o governo tinha interesse em povoar as fronteiras brasileiras com outros países. Em épocas anteriores, o mesmo processo ocorreu em Mato Grosso, no hoje Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Pará e em todos os estados não banhados pelo mar, pois os primeiros colonizadores, até pela maior dificuldade de transportar sua produção – seja para o mercado interno ou para a exportação -, nos primeiros tempos só haviam se infiltrado pelo interior dos estados com acesso ao mar, onde se situavam, e se situam ainda, os maiores centros consumidores de sua produção.

Entretanto, depois de toda a dificuldade enfrentada por esses colonizadores – os verdadeiros desbravadores do Brasil -, agora vem uma entidade como a FUNAI, que em hipótese alguma poderia ter – e não tem essa prerrogativa -, dizer que as terras onde já estão trabalhando as terceiras ou mesmo quartas gerações dessas famílias, dizer que devem abandonar tudo o que eles e seus antepassados lá construíram com suor e sangue, porque aquela área pertence aos índios. Além disso, essas invasões são incentivadas e patrocinadas pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário, um braço da Igreja Católica dirigida pelos padres Salesianos, como declara o próprio coordenador do CIMI em MS, Flávio Vicente Machado no vídeo encontrado em https://www.youtube.com/watch?v=Oq5ifE7Y_YY&feature=youtu.be  ou em outros vídeos que mostram a mesma situação de incentivo promovido pela FUNAI por todo o Brasil, como:

https://www.youtube.com/watch?v=VNX9VZ-X8I8
https://www.youtube.com/watch?v=LsngTVKupMc
https://www.youtube.com/watch?v=3K5KaFILUqg
https://www.youtube.com/watch?v=XM5ckvj9hm
https://www.youtube.com/watch?v=S4G6ArKo8cs
https://www.youtube.com/watch?v=1cx0lGARZRY

https://www.youtube.com/watch?v=oPmAWWUm5mw

https://www.youtube.com/watch?v=yaicW3ifiFs

https://www.youtube.com/watch?v=4ZVvWE6-9qw

E os títulos, documentos emitidos pelo governo e registrados pelos cartórios durante todas essas décadas e as diversas transações comerciais existentes nesse período sobre algumas dessas propriedades que mudaram de proprietários por diversas vezes e que todos os que vieram por elas pagaram? E os impostos municipais, estaduais e federais cobrados desse produtor durante todo esse período, reconhecendo, para essa cobrança, como sua a propriedade?

Na Constituição Federal de 1988, ficou estabelecido que as terras indígenas de todo o país deveriam ser demarcadas em um prazo máximo de cinco anos e, a partir daí, não ocorreriam mais demarcações. Portanto, desde 1993, todas as demarcações seriam ilegais, mas pessoas com interesses escusos continuam incentivando invasões e novas demarcações.

A mesma Constituição Brasileira garante a segurança jurídica, o prestígio ao ato jurídico perfeito, a imparcialidade, o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal aos seus cidadãos, mas como o nosso Judiciário é extremamente moroso, alega-se que por isso INVADE-SE, para acelerar o processo, mas o Judiciário é moroso para todos ou somente para os índios? Isso é o mesmo que dizer que o índio pode executar, com as próprias mãos, uma sentença que não transitou em julgado e que muitas vezes ainda nem sequer foi proferida.

O que faria o cidadão urbano se, depois de décadas morando na casa que construiu, aparecesse a FUNAI determinando que de lá se mudasse – e sem direito a receber sequer pelo terreno -, porque ele havia construído sua casa sobre uma área que pertence aos índios?
E seus documentos? E o direito ao devido processo legal? Para a FUNAI nada disso importa. O que para ela importa é um laudo, antropológico, dizendo que essa terra um dia pertenceu aos índios. Se assim for, devemos regressar todos a Portugal e aqui abandonar tudo o que nós e nossos ancestrais construímos.

Ou o CIMI e a FUNAI deixam de incitar e patrocinar a invasão de terras por índios ou ainda presenciaremos muitas mortes de brasileiros, indígenas ou não.

*Jornalista e empresário.

Publicado por:  A Crítica – MSA Pérola do Mamoré – RO ; Blog do Clóvis Cunha – SPBlog do Giulio Sanmartini – SP e MG ; Consciência Crítica – RJ ;  Debates Culturais – RJ ; Manoel Afonso – MSO Cão Que Fuma – Conselho de Sintra – Portugal ; Que Notícias – RO ; Tabocas Notícias – BATolerância Zero com os Políticos – SP ;


O Brasil não tem medo do PT

Marco Antonio Villa*

Marco Antonio VillaA aristocracia petista vive o seu pior momento. E Lula não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não.

Em 2015, em meio a muita tensão política, a Constituição de 1988 terá sua prova de fogo. Não há qualquer paralelo com o episódio do impeachment de Fernando Collor. Este já tinha percorrido mais de dois anos de mandato quando foi apeado do poder. E o momento mais agônico da crise foi resolvido em quatro meses — entre julho e outubro de 1992. Também deve ser recordado que o então presidente tinha um arremedo de partido político, sua conexão com a sociedade civil era frágil — e quase nula com os setores organizados, a relação com o Congresso Nacional era ruim, e com medidas heterodoxas descontentou amplos setores, do empresariado ao funcionalismo público. Sem contar que, em 1990, o país passou por uma severa recessão (-4,3%) e tudo indicava — como efetivamente ocorreu — que, em 1992, teria uma nova recessão.

O quadro atual é distinto — e causa muito mais preocupação. O governo tem um sólido partido de sustentação — que está em crise, é verdade, mas que consegue agir coletivamente e tem presença dominante em governos estaduais e dezenas de prefeituras. A base congressual é volátil mas, aparentemente, ainda responde ao Palácio do Planalto. As divergências com o sócio principal do condomínio petista, o PMDB, são crescentes mas estão longe do rompimento. Em 12 anos, o governo construiu — usando e abusando dos recursos públicos — uma estrutura de apoio social. E, diferentemente de Collor, Lula estabeleceu uma sólida relação com frações do grande capital — a “burguesia petista” — que é hoje dependente do governo.

O país está vivendo um impasse. O governo perdeu legitimidade logo ao nascer. Dilma não tem condições de governar, não tem respeitabilidade, não tem a confiança dos investidores, dos empresários e da elite política. E, principalmente, não tem mais apoio dos brasileiros horrorizados com as denúncias de corrupção e a inépcia governamental em enfrentá-las, além do agravamento dos problemas econômicos, em especial da inflação.

Deve ser reconhecido que Fernando Collor aceitou o cerco político que sofreu sem utilizar da máquina de Estado para coagir os adversários. E foi apeado legalmente da Presidência sem nenhum gesto fora dos limites da Constituição. Mas o mesmo não ocorrerá com Dilma. Na verdade, não com Dilma. Ela é um nada, é uma simples criatura, é um acidente da História. O embate vai ser travado com Lula, o seu criador, mentor e quem, neste momento, assumiu as rédeas da coordenação política do governo.

Foi Lula que venceu a eleição presidencial de 2014. E agora espera repetir a dose. Mas a conjuntura é distinta. As denúncias do petrolão e a piora na situação econômica não permitem mais meros jogos de cena. O momento do marketing eleitoral já passou. E Lula vai agir como sempre fez, sem nenhum princípio, sem ética, sem respeito a ordem e a coisa públicas. O discurso que fez no Rio de Janeiro no dia 24 de fevereiro é apenas o início. Ele — um ex-presidente da República — incitou à desordem, ameaçou opositores e conclamou o MST a agir como um exército, ou seja, partir para o enfrentamento armado contra os adversários do projeto criminoso de poder, tão bem definido pelo ministro Celso de Mello, do STF.

Lula está desesperado. Sabe que a aristocracia petista vive o seu pior momento. E não vai sair do poder sem antes usar de todas as armas, legais ou não. Como um excelente leitor de conjuntura — e ele o é — sabe que os velhos truques utilizados na crise do mensalão já não dão resultado. E pouco resta para fazer — dentro da sua perspectiva. Notou que, apesar de dezenas de partidos e entidades terem convocado o ato público do dia 24, o comparecimento foi pífio, inexpressivo. O clima no auditório da ABI estava mais para velório do que para um comício nos moldes tradicionais do petismo. Nos contatos mantidos em Brasília, sentiu que a recomposição do bloco político-empresarial que montou no início de 2006 — e que foi decisivo para a sua reeleição – é impossível.

A estratégia lulista para se manter a todo custo no poder é de buscar o confronto, de dividir o país, jogar classe contra classe, região contra região, partido contra partido, brasileiro contra brasileiro. Mesmo que isso custe cadáveres. Para Lula, pouco importa que a crise política intensifique ainda mais a crise econômica e seus perversos efeitos sociais. A possibilidade de ele liderar um processo de radicalização política com conflitos de rua, greves, choques, ataques ao patrimônio público e privado, ameaças e agressões a opositores é muito grande. Especialmente porque não encontra no governo e no partido lideranças com capacidade de exercer este papel.

O Brasil caminha para uma grave crise institucional, sem qualquer paralelo na nossa história. Dilma é uma presidente zumbi, Por incrível que pareça, apesar dos 54 milhões de votos recebidos a pouco mais de quatro meses, é uma espectadora de tudo o que está ocorrendo. Na área econômica tenta consertar estragos que produziu no seu primeiro mandato, sem que tenha resultados a apresentar no curto prazo. A corrupção escorre por todas as áreas do governo. Politicamente, é um fantoche. Serve a Lula fielmente, pois sequer tem condições de traí-lo. Nada faria sozinha.

Assistiremos à lenta agonia do petismo. O custo será alto. É agora que efetivamente testaremos se funciona o Estado Democrático de Direito. É agora que veremos se existe uma oposição parlamentar. É agora que devemos ocupar as ruas. É agora que teremos de enfrentar definitivamente o dilema: ou o Brasil acaba politicamente com o petismo, ou o petismo destrói o Brasil.

*Marco Antonio Villa é historiador

Publicado por:  O Globo


Os culpados e as certezas

João Cesar de Melo* 

João Cesar de Melo 02Como um delinquente bêbado, pouco mais da metade da população decidiu continuar acelerando inconsequentemente na mesma curva que seus vizinhos capotaram.

Capotará também, porém, levando consigo a outra metade da população que o acompanha sentada à sua direita, no banco do carona.

Devemos ter pena dessa outra metade? Devemos vê-la como inocente?

Não.

Apesar de sua lucidez e honestidade, ela sempre foi passiva, tanto, que virou cúmplice de sua própria tragédia. Foi covarde. Teve medo de impor limites àqueles que pediram e depois assumiram o volante.

Os culpados pela reeleição de Dilma:

Fernando Henrique Cardoso por sua tolerância com as sabotagens, ofensas e calúnias que sofreu durante seu governo, o que soou aos ouvidos do PT como uma permissão para continuar com aquela estratégia de se chegar ao poder.

Qual foi sua atitude diante dos falsos dossiês sobre sua vida? Nenhuma.

Qual foi sua atitude com aqueles que invadiram, depredaram e saquearam (com apoio de Lula) a fazenda de sua família? Nenhuma.

FHC não foi homem nem para defender sua esposa (quem dedicou sua vida a projetos sociais) das calúnias que sofreu.

Nas três eleições seguintes, José Serra e Geraldo Alckmin concorreram à presidência sem bater no PT afundado em casos de corrupção e permitindo que Lula e Dilma pejorassem as privatizações de FHC.

Nesses 12 anos de governo petista, o PSDB não apenas fez uma oposição frouxa, mas assistiu passivo o PT promovendo uma massiva campanha de desconstrução do governo de Fernando Henrique Cardoso.

Enquanto os tucanos tentavam conquistar votos exibindo a beleza de suas penas, a imprensa e a Justiça também se continham diante dos desvios e afrontas da esquerda liderada pelo PT.

Temendo serem vistos como a continuidade da postura antidemocrática do regime militar, a maior parte dos jornalistas, dos meios de comunicação, dos promotores e dos juízes deram espaço e liberdade para o movimento socialista divulgar suas ideias, por mais absurdas que fossem Lula construiu carreira pregando a espoliação do capital e da propriedade privada.

Viram, passivos, o PT sendo preenchido por aqueles que defendiam o alinhamento do Brasil com todos os líderes da extrema esquerda latino-americana.

Ignoraram o Foro de São Paulo.

Assistiram o PT acolhendo e projetando politicamente ex-guerrilheiros e comunistas declarados. Livraram muitas e muitas vezes o PT e sua militância do peso da lei para evitar serem taxados de repressores.

Obviamente, artistas e intelectuais também passaram a endossar todas as ações de Lula e do PT por vê-los como um poema revolucionário que levaria progresso ao país.

Sustentando esta tolerância irresponsável estavam pequenos empresários, profissionais autônomos e assalariados comuns que tentavam construir suas vidas por si mesmos, por meio de seus esforços e talentos.

Mesmo sentindo a faca estatal lhe cutucando o pescoço com cada vez mais força por meio de impostos e burocracias, mantiveram-se indiferentes aos absurdos do governo por… não gostar de se manifestar sobre essas coisas de política; covardia que permitiu aos cretinos e canalhas ditarem o caminho que o Brasil seguiria.

Aqui estamos, assistindo uma ex-guerrilheira comunista sendo reeleita Presidente da República, ovacionada por uma militância que prefere ostentar bandeiras do PT em vez de bandeiras do Brasil. 

Aécio Neves e seus eleitores foram bravos, porém, tardios. Levantaram-se apenas quando o PT já estava com a maior parte da máquina estatal trabalhando para si. Depois de tantos anos sendo complacentes com as boas intenções e com os métodos petistas, agora sentem o amarguíssimo gosto de se verem condenados a serem meros financiadores de um projeto ideológico.

Gabeira, Gullar e outros intelectuais demoraram demais para se posicionar contra os absurdos do PT.

Como símbolo da covardia da metade não corrompida do Brasil, aponto Joaquim Barbosa. Mesmo sendo reconhecido pela população como um herói por seu posicionamento no processo do Mensalão, retirou-se covardemente de cena logo quando a sociedade mais precisava dele. Foi ameaçado e caluniado de todas as maneiras pelo PT, mesmo assim se manteve distante do processo eleitoral. Teriam bastado duas ou três manifestações públicas dele em apoio ao candidato do PSDB para Dilma perder muitos votos. Mas não… Joaquim Barbosa não quis se meter na política. Prezou sua imagem. Foi covarde.

Infelizmente, foram em vão os esforços e a coragem das poucas pessoas que nestes anos todos denunciaram os absurdos do PT.

A certeza que tenho é que a metade não corrompida da sociedade voltará à sua covarde e histórica reclusão enquanto o PT acelerará a concretização de seu projeto de poder; e ninguém poderá acusá-lo de ter nos enganado.

Todos os seus objetivos sempre foram muito claros. Suas ações, seus pronunciamentos, suas alianças… Nada foi escondido.

Dilma Rousseff deixou bem claro que não mudará a condução da economia, que não enxugará a máquina pública, que não tirará nenhum companheiro das estatais, que não deixará de financiar projetos em Cuba e na Venezuela. O Brasil vai quebrar, pois o PT precisa que quebre.

Quanto pior for a situação do país, Dilma terá mais justificativas para intervir na economia, na justiça, na imprensa e na liberdade das pessoas.

O PT quer tirar o poder político e econômico da classe média para torná-la dependente do Estado. 

Os ricos que não forem embora se aliarão ao partido. Anotem:

  1. Dilma forçará sua reforma política para transferir poder do Legislativo para o Executivo e para os movimentos sociais ligados ao PT;

     2. Perseguirá, sem pudor, toda a Justiça e imprensa não alinhadas ao PT, anulando os processos que                 estão em curso, blindando Lula de toda e qualquer acusação;

  1. Remodelará a constituição de modo que preserve o PT no poder;
  1. Colocará sua militância na rua para intimidar qualquer manifestação da sociedade independente;
  1. Efetivará as diretrizes do Foro de São Paulo, institucionalizando um bloco socialista de ajuda mútua entre Cuba, Venezuela, Bolívia e Argentina.

Adorarei reconhecer, daqui uns anos, que minhas projeções estão erradas mas, hoje, não me é possível enxergar como processos distintos o que acontece aqui e o que aconteceu na Venezuela, aonde a maior parte das pessoas que agora vão às ruas protestar contra o governo foram às ruas apoiá-lo anos atrás. Arrependeram-se tarde demais.

Arrependeram-se não como um delinquente depois da capotagem.

Arrependeram-se como um carona que permitiu ser conduzido por um bêbado irresponsável.

Logo, o Brasil será um “país de arrependidos.”

*João Cesar De Melo – Arquiteto, artista plástico e escritor. Escreveu o livro Natureza Capital.

Publicado por: Instituto Liberal ; Velhos Amigos ;


Jornais que sofrem de miopia seletiva não conseguem enxergar a manifestação nas ruas de São Paulo que aparece no vídeo

Augusto Nunes

Manifesto anti PT na PaulistaA manifestação de protesto promovida em São Paulo será comentada num post de bom tamanho. Antecipo a divulgação do vídeo de 7min37 para que todos os leitores vejam o que vi — e que não será visto neste domingo nos jornais que sofrem de miopia seletiva. A julgar pelo que apareceu nas versões digitais, fotos e textos vão reduzir o volume da multidão de indignados. E, claro, ampliar as dimensões da minoria de cretinos fundamentais que reivindicam uma “intervenção militar”.

O vídeo desmoraliza as duas espertezas. Só não enxergaram bem mais que dez mil manifestantes — o que já seria de muito bom tamanho — repórteres que contam gente com a mesma seriedade exibida por Guido Mantega quando calcula o pibinho do trimestre ou a inflação mensal. E tanto as inscrições nas faixas ou cartazes quanto o conteúdo das palavras de ordem escancaram a ampla hegemonia dos democratas.

A segunda mobilização antipetista em 15 dias confirma que São Paulo compreendeu que é preciso deter o avanço da seita fora-da-lei. Surrada nas urnas, a companheirada começou a acumular derrotas também nas ruas. Sanduíches de mortadela e tubaína ajudam, mas não fazem milagre. Mesmo reforçado com duplas sertanejas, o kit-comício será incapaz de evitar a agonia eleitoral do bando.

O PT e seus comparsas foram longe demais ao tentarem revogar a fronteira que separa coisas da política e casos de polícia. Lula e Dilma, que sempre souberam de tudo, talvez ainda não saibam disso. Logo saberão.

Vídeo da manifestação: https://www.youtube.com/watch?v=xnnkIk6mHB4#t=352

Publicado por: O Cão Que Fuma – Conselho de Sintra – Portugal


A estupidez da provocação, um recado

Dilma e Fidel“Os militares darão a própria vida para livrar o Brasil do comunismo”

* General-de-exército Pedro Luiz de Araujo Braga

A quase impossibilidade de tirar o PT do poder seja por eleições livres, mas viciadas pela prática de estelionatos eleitorais e fraudes, seja por um golpe contra o país lançado pelas forças paramilitares a serviço de um projeto de poder comunista, o clima de uma guerra civil está cada vez mais se afirmando como única saída para livrar nosso país de ser transformado em uma Cuba Continental.

A qualquer momento os efeitos sobre a caserna da overdose da covardia, da cumplicidade e da omissão que domina o comportamento apátrida de uma minoria de comandantes, militares – lacaios dos comunistas – poderá acabar, pela reação coletiva dos contrários, provocando uma intervenção militar muito mais grave do que a ocorrida em 1964, e colocando todos os corruptos genocidas diante de um Tribunal de Guerra para responderem diante da sociedade por todos os milhões de cidadãos assassinados por desgovernos traidores do país e mentores da Fraude da Abertura Democrática.

Os desgovernos do PT demonstraram e continuam demonstrando, diariamente, sua incapacidade de ter a auto crítica necessária para perceber ou aceitar seus erros como indicativos da péssima administração pública que têm exercido durante os últimos 12 anos.

Com o assistencialismo comprador de votos, e com a corrupção e o suborno de milhares de canalhas esclarecidos, os donos do poder acham que tudo está dominado e que não têm mais que dar satisfações a ninguém quando são criticados por suas atitudes, a não ser as costumeiras e deslavadas mentiras, leviandades, falsidades e hipocrisias que não enganam a mais ninguém.

As ameaças e ações punitivas contra militares da ativa e da reserva que estão se posicionando contra a destruição das FFAA e contra a comunização do país e sua degeneração social e econômica pelo projeto de poder do PT, gestado nas reuniões do Foro de SP, estão perdendo o limite, no mínimo, do bom senso.

Depois de semear durante os três últimos anos um inaceitável conflito de classes sociais, o desgoverno Dilma procura, insistentemente, demonstrar que não tem mais nada a perder, quando continua perseguindo sistematicamente as FFAA em ações diretas contra os que se colocam como críticos dos atos de um desgoverno que está jogando o país na ladeira de se transformar em uma Cuba Continental.

Por outro lado a sociedade vem sendo tratada como idiota, imbecil e palhaça do Circo da Corrupção que se instaurou no país durante a Fraude da Abertura Democrática.

As posturas da presidenta e seus lacaios significam interpretar que a calmaria da covardia e da omissão de alguns comandantes pode ser o qualificativo de toda a caserna.

Até quando esses canalhas traidores do país acham que o genocídio de milhares de pessoas inocentes como resultado do bilionário roubo do dinheiro público, a transformação do poder público em um Covil de Bandidos e de porcos comunistas, e o país em um Paraíso de Patifes, continuarão sendo aceitas por uma caserna, por enquanto defensora da disciplina militar em relação aos atos de desgovernos que estão destruindo o país?

Uma minoria de comandantes militares, lacaios de levante comunista que está tomando conta do país, não será capaz de segurar uma revolta latente que já se instaurou nos ambientes dos quartéis, pois todos os militares e superiores imediatos estão sendo testemunhas do assassinato de milhares de civis todos os anos como consequência do roubo do dinheiro público.

Todos esses também têm filhos e famílias que estão na fronteira de se tornarem lacaios de uma Cuba Continental.

A qualquer momento as parcelas das FFAA não subservientes a bandidos, as polícias civis e militares, e a Polícia Federal, assumirão a consciência de que estão sendo feitas cúmplices do assassinato de milhares de cidadãos todos os anos pela obediência a um sistema de governo absolutamente corrompido e criminoso em todas as suas instâncias.

O resultado será um conflito armado com as forças leais ao desgoverno petista e seus cúmplices que, ao contrário do que pensam, serão mortalmente derrotadas, pois as armas necessárias para combater os inimigos de nossa pátria aparecerão, e a revolta se fará presente em uma guerra civil de absoluta responsabilidade do PT, que plantou durante décadas as sementes de um conflito civil-militar armado no país.

Que o submundo do PT continue tentado destruir as FFAA e chamando os comandantes militares de comandantes de merda.

O preço a pagar por tanto atrevimento comunista se aproxima de ser pago.

De qualquer forma, pela insistência de muitos, estamos ainda procurando acreditar que a traição militar ao país se situe apenas no círculo de comandantes militares omissos, covardes e cúmplices e não em um comportamento coletivo da caserna.

Em 07 de março de 2014 – Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.

Assinam, abaixo, os Oficiais Generais por ordem de antiguidade e demais militares e civis por ordem de adesão.

Oficiais Generais

1 – Gen Ex Pedro Luiz de Araujo Braga
2 – Gen Ex Angelo Baratta Filho
3- Gen Ex Luiz Guilherme de Freitas Coutinho
4 – Gen Ex José Carlos Leite Filho
5 – Gen Ex Domingos Miguel Antônio Gazzineo
6 – Gen Ex José Luis Lopes da Silva
7 – Gen Ex Luiz De Góis Nogueira Filho
8 – Gen Ex Valdésio Guilherme de Figueiredo
9 – Gen Ex Gilberto Barbosa de Figueiredo
10 – Gen Ex Luiz Edmundo Maia de Carvalho
11 – Gen Ex Antônio Araújo de Medeiros
12 – Ten Brig Ar (Refm) Ivan Frota
13 – Gen Ex Domingos Carlos Campos Curado
14 – Gen Ex Ivan de Mendonça Bastos
15 – Gen Ex Rui Alves Catão
16 – Desembargador do Tribunal de Justiça/RJ Bernardo Moreira Garcez Neto
17 – Gen Ex Cláudio Barbosa de Figueiredo
18- Gen Ex Carlos Alberto Pinto Silva
19 – Gen Ex Luiz Cesário da Silveira Filho
20 – Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa

1- Gen Div Francisco Batista Torres de Melo
2 – Gen Div Amaury Sá Freire de Lima
3 – Gen Div Leone da Silveira Lee
4 – Gen Div Cássio Rodrigues da Cunha
5 – Gen Div Aloísio Rodrigues dos Santos
6 – Gen Div Robero Viana Maciel dos Santos
7 – Gen Div Marcio Rosendo de Melo
8 – Gen Div Luiz Carlos Minussi
9 – Gen Div Gilberto Rodrigues Pimentel
10 – Gen Div Ulisses Lisboa Perazzo Lannes
11 – Gen Div Luiz Wilson Marques Daudt
12 – Maj Brig Ar Edilberto Telles Shirotheau Corrêa
13 – Maj- Brig do Ar Cezar Ney Britto de Mello
14 – Maj Brig Ar Irineu Rodrigues Neto
15 – Maj Brig Ademir Siqueira Viana
16 – Ge n Div Clóvis Puper Bandeira
17 – Gen Div Roberto Schifer Bernadi
18- Gen Div Remy de Almeida Escalante
19 – Gen Div Sérgio Ruschell Berganaschi
20 – Gen Div Sérgio Pedro Coelho Lima

1- Gen Bda Rui Leal Campello – Detentor do Bastão da FEB
2 – Brig Ar Leci Oliveira Peres
3 – Gen Bda Dickens Ferraz
4 – Gen Bda Paulo Ricardo Naumann
5 – Gen Bda Gilberto Serra
6 – Gen Bda Aricildes de Moraes Motta
7 – Gen Bda Durval A. M. P. de Andrade Nery
8 – Gen Bda Carlos Augusto Fernandes dos Santos
9 – Gen Bda Miguel Monori Filho
10 – Gen Bda Iberê Mariano da Silva
11 – Gen Bda Eduardo Cunha da Cunha
12 – Gen Bda Tirteu Frota
13 – Gen Bda César Augusto Nicodemus de Souza
14 – Gen Bda Geraldo Luiz Nery da Silva
15 – Gen Bda Marco Antonio Felício da Silva
16 – Gen Bda Newton Mousinho de Albuquerque
17 – Gen Bda Paulo César Lima de Siqueira
18 – Gen Bda Marco Antonio Tilscher Saraiva
19 – Gen Bda Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira
20 – Gen Bda Hamilton Bonat
21 – Gen Bda Elieser Girão Monteiro
22 – Gen Bda Pedro Fernando Malta
23 – Gen Bda Mauro Patrício Barroso
24 – Gen Bda Marcos Miranda Guimarães
25 – Gen Bda Zamir Meis Veloso
26 – Gen Bda Valmir Fonseca Azevedo
27 – Gen Bda Marco Antônio Sávio Costa
28 – Brig.Ar Sérgio Luiz Millon
29 – Gen Bda Carlos Eduardo Jansen
30 – Gen Bda Mario Monteiro Muzzi
31 – Gen Bda Paulo Roberto Correa Assis
32- Gen Bda Iram Carvalho
33 – Brig Ar Danilo Paiva Alvares
34- Gen Bda Jos´e Alberto Leal
35 – Gen Bda José Luiz Gameiro Sarahyba
36 – Gen Brig Ar – Guido de Resende Souza
37 – Gen Bda Sady Guilherme Schmidt
38 – Contra- Alm Med Luiz Roberto Matias Dias

Oficiais Superiores

1- Cel Jarbas Gonçalves Passarinho
2 – Cel Carlos de Souza Scheliga
3 – Cel Carlos Alberto Brilhante Ustra
4 – Cel Ronaldo Pêcego de Morais Coutinho
5 – Capitão-de-Mar-e-Guerra Joannis Cristino Roidis
6 – Cel Celso Seixas Marques Ferreira
7 – Cel Pedro Moezia de Lima
8 – Cel Cláudio Miguez
9 – Cel Yvo Salvany
10 – Cel Ernesto Caruso
11 – Cel Juvêncio Saldanha Lemos
12 – Cel Paulo Ricardo Paiva
13 – Cel Raul Borges
14 – Cel Rubens Del Nero
15 – Cel Ronaldo Pimenta Carvalho
16 – Cel Jarbas Guimarães Pontes
17 – Cel Miguel Netto Armando
18 – Cel Florimar Ferreira Coutinho
19 – Cel Av Julio Cesar de Oliveira Medeiros
20 – Cel.Av.Luís Mauro Ferreira Gomes
21 – Cel Carlos Rodolfo Bopp
22 – Cel Nilton Correa Lampert
23 – Cel Horacio de Godoy
24 – Cel Manuel Joaquim de Araujo Goes
25 – Cel Luiz Veríssimo de Castro
26 – Cel Sergio Marinho de Carvalho
27 – Cel Antenor dos Santos Oliveira
28 – Cel Josã de Mattos Medeiros
29 – Cel Mario Monteiro Campos
30 – Cel Armando Binari Wyatt
31 – Cel Antonio Osvaldo Silvano
32 – Cel Alédio P. Fernandes
33 – Cel Francisco Zacarias
34 – Cel Paulo Baciuk
35 – Cel Julio da Cunha Fournier
36 – Cel Arnaldo N. Fleury Curado
37 – Cel Walter de Campos
38 – Cel Silvério Mendes
39 – Cel Luiz Carvalho Silva
40 – Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha
41 – Cel Wadir Abbês
42 – Cel Flavio Bisch Fabres
43 – Cel Flavio Acauan Souto
44 – Cel Luiz Carlos Fortes Bustamante Sá
45 – Cel Plotino Ladeira da Matta
46 – Cel Jacob Cesar Ribas Filho
47 – Cel Murilo Silva de Souza
48 – Cel Gilson Fernandes
49 – Cel José Leopoldino e Silva
50 – Cel Pedro Carlos Pires de Camargo
51 – Cel Antonio Medina Filho
52 – Cel José Eymard Bonfim Borges
53– Cel Dirceu Wolmann Junior
54 – Cel Sérgio Lobo Rodrigues
55 – Cel Jones Amaral
56 – Cel Moacyr Mansur de Carvalho
57 – Cel Waine Canto
58 – Cel Moacyr Guimarães de Oliveira
59 – Cel Paulo Carvalho Espindola
60 – Cel Nelson Henrique Bonança de Almeida
61 – Cel Roberto Fonseca
62 – Cel Jose Antonio Barbosa
63 – Cel Jomar Mendonça
64 – Cel Carlos Sergio Maia Mondaini
65 – Cel Nilo Cardoso Daltro
66 – Cel Vicente Deo
67 – Cel Av Milton Mauro Mallet Aleixo
68 – Cel José Roberto Marques Frazão
69 – Cel Brigido Montarroyos Leite
70 – Cel Flavio Andre Teixeira
71 – Cel Jorge Luiz Kormann
72 – Cel Aluísio Madruga de Moura e Souza
73 – Cel Aer Edno Marcolino
74 – Cel Paulo Cesar Romero Castelo Branco
75 – Cel Carlos Leger Sherman Palmer
76 – Cel Gilberto Guedes Pereira
77 – Cel Carlos da Rocha Torres
78 – Cel Paulo Soares dos Santos
79 – Cel Mário Luiz de Oliveira
80 – Cel Wilson Musco
81 – Cel Luiz Fontoura de Oliveira Reis
82 – Cel Rubens Reinaldo Santana
83 – Cel Arthur Paulino Tapajoz de Souza
84 – Cel Josimar Gonçalves Bezerra
85 – Cel Affonso Correa de Araújo
86 – Cel Era Derli Stopato da Fonseca
87 – Cel Elmio David Dansa de Franco
88 – Cel Antonio Carlos Pinheiro
89 – Cel Av Silvio Brasil Gadelha
90 – Cel Av Sílvio Barreto Viana
91 – Cel Jorge Caetano Souza do Nascimento
92 – Cel Sérgio Augusto Machado Cambraia
93 – Cel Manoel Soriano Neto
94 – Cel Nelson Roque Vaz Musa
95 – Cel Rubens Vaz da Cunha
96 – Cel Mário Muzzi
97 – Cel Luiz Caramuru Xavier
98 – Cel Av Valdir Eliseu Soldatelli
99 – CMG (FN) Guilherme Gonzaga
100 – CMG Cesar Augusto Santos Azevedo
101 – Cel José Alberto Neves Tavares da Silva
102 – Cel Pedro Figueira Santos
103 – Cel Respício Antonio do Espírito Santos
104 – Cel Av Silvio da Gama Barreto Viana
105 – Cel Djair Braga Maranhoto
106 – Cel Airton Alcântara Gomes
107 – Cel Arcanjo Miguel Vanzan
108 – CMG Francisco Heráclio Maia do Carmo
109 – Cel Ary Vieira Costa
110 – Cel Ricardo Perera de Miranda
111 – CMG Edmundo Amaral Baptista
112 – Cel Nicolau Loureiro Neto
113 – Cel AV Sérgio Ivan Pereira
114 – CMG Geraldo da Fonseca
115 – Cel Nelsimar Moura Vandelli
116 – Cel Cesar Augusto de Jesus Magalhães
117 – Cel Rogério Oliveira da Cunha
118 – Cel José Augusto de Castro Neto
119 – Cel Benedito Luiz Longhi
120 – CMG Rogério Ferreira Esteves
121 – Cel Albérico da Conceição Andrade
122 – Cel Orlando Galvão Canário
123 – Cel AV José Alfredo de Tolosa Andrade
124 – Cel Pedro Arnóbio de Medeiros
125 – Cel Sérgio dos Santos Lima
126 – Cel Cezar Nunes de Araújo
127 – Cel Ivan Fontelles
128 – Cel Paulo Soares de Souza
129 – Cel Renato Brilhante Ustra
130 – Cel Ariel Rocha de Cunto
131 – Cel Rui Pinheiro Silva
132 – Cel Milton Moraes Sarmento
133 – Cel Paulo Sérgio da Silva Maia
134 – Cel Ney de Oliveira Waszak 134

Publicado por:  Brasil Acima de Tudo


O Separatismo PeTista

João Bosco Leal

Mapa das Eleições 2014Após o segundo turno das eleições, proliferou nas redes sociais uma quantidade incontável de mensagens daqueles que foram voto vencido – entre os quais me incluo – sobre a necessidade de separar o Brasil.

Sempre que ocorre uma situação como esta, em que os votos dos nordestinos e nortistas são considerados os responsáveis pela decisão, os fiéis da balança, essa possibilidade volta a ser levantada.

Entretanto, desta vez eles não foram, sozinhos, os responsáveis. O candidato Aécio Neves perdeu em estados importantes em quantidade de eleitores, como em seu próprio estado, Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Porém, o que causou a irritação dos eleitores de Aécio, foi que a soma dos votos da região Norte e Nordeste – onde Dilma ganhou com uma média de 70% dos votos -, é de 35% dos eleitores brasileiros, muito superior à soma dos eleitores das regiões Sul e Centro Oeste que é de 21% e onde Aécio venceu, mas com uma média de 57% dos votos e, todos sabem, o Norte e o Nordeste são as regiões onde mais cidadãos são beneficiados com os programas assistenciais do Governo Federal.

Durante sua campanha irresponsável, Dilma Rousseff espalhou pelo Brasil a notícia de que se eleito fosse, Aécio acabaria com os programas sociais “Bolsa Família” e “Minha Casa, Minha Vida” e que os “sulistas” estavam chamando os nortistas e nordestinos de dependentes das “esmolas” do governo e que eram “burros” por terem votado nela no primeiro turno. Ludibriados pelas mentiras da campanha petista – e amedrontados por serem muito dependentes desses programas -, eles votaram ainda mais em Dilma no segundo turno.

Mas de um partido em que a maioria de suas lideranças foi julgada e condenada por “corrupção” e “formação de quadrilha”, não podíamos esperar nada melhor que isso e agora, seus principais líderes, que sempre dizem “nada saber” sobre o ocorrido em seus próprios governos, incitam o ódio entre brasileiros, arriscando provocar uma situação que levará décadas para ser corrigida, esquecida.

Entretanto, pior seria que nós, das outras regiões do país, entrássemos também no jogo sujo e irresponsável desses “bandidos” que, para vencer uma eleição arriscam, inclusive, promover uma cisão entre o povo brasileiro.

Na realidade, a irresponsabilidade deste partido é tão grande que, mesmo após 12 anos no poder e tanta roubalheira já comprovada, não permitiu que nossos irmãos nortistas e nordestinos tivessem acesso à educação, à informação, à saúde e ao emprego. Ao invés disso, preferiram dar-lhes “Bolsas” e “Vales”, submetendo-os às “esmolas” do Estado.

É contra isso que precisamos lutar, pois enquanto nossos irmãos forem dependentes, e sem acesso à informação, continuarão votando em seus “líderes” José Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor, Severino Cavalcanti, Jader Barbalho, Edson Lobão e todos os outros “coronéis” nortistas e nordestinos que nunca lutarão por eles, mas sim por interesses próprios.

Ao invés de dividir o país, devemos uni-lo em torno de uma única causa: Fazer com que os hoje dependentes dos projetos sociais, troquem essa dependência por bons empregos, escolas e atendimento médico decente.

Os patriotas jamais pensarão em dividir o país, mas sim em exigir igualdade de oportunidades.

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As eleições compradas

João Bosco Leal

As eleições compradasAtualmente, o maior problema do Brasil é a corrupção. Não que ela não existisse, mas nos governos do PT ela se institucionalizou. Diariamente assistimos a divulgação de uma avalanche de denúncias de roubalheiras, superfaturamentos e verdadeiros assaltos aos cofres públicos, promovidos pela quadrilha que hoje governa o país, que instalou “companheiros” em todas as maiores empresas estatais.

No governo anterior, do mesmo PT, ocorreu a filmagem de uma entrega de dinheiro da corrupção nos Correios e, puxado o fio da meada, deu no chamado Mensalão do PT, provado, comprovado, com alguns de seus participantes julgados e condenados, mas, como de costume, de existência até hoje negada pelos líderes maiores do que hoje bem mais se parece com uma enorme quadrilha, do que com um partido político. Que inicialmente se dizia protetor da classe operária.

Gente que participou do PT desde sua fundação, agora foi condenada e presa, mas mesmo assim foram tidos como heróis pela grande maioria dos outros membros do partido que, além de não expulsá-los de seus quadros, ainda arrecadaram dinheiro para pagar as quantias a que foram condenados a indenizar o Estado.

O país sofre em todas as frentes, como na falta de estrutura rodoviária, ferroviária e fluvial para o escoamento da produção, na falta de escolas e professores, de hospitais e pronto-socorros, além de tantas outras carências sistematicamente reclamadas e divulgadas por todo o país.

Entretanto, ao invés de corrigirmos as nossas deficiências, os governos do PT preferem construir refinarias de petróleo superfaturadas por solicitação do “companheiro” Hugo Chávez, portos, aeroportos e hotéis em Cuba, a pedido dos “companheiros” Castro, entregar as refinarias de petróleo da Petrobrás na Bolívia para o “companheiro” Evo Morales e assim por diante.

Tudo isso por um projeto de poder traçado por todos eles em 1990, no Foro de São Paulo, que pretende socializar toda a América Latina. O mesmo projeto, claro, pretende perpetualizar no poder os seus líderes, como já fazem os irmãos Castro em Cuba , Evo Morales, que acaba de ser reeleito na Bolívia pela terceira vez consecutiva, pretendia fazer Hugo Chávez na Venezuela, e é o sonho de Lula e do PT.

No Brasil, para se atingir essa perpetualização os governos do PT estão está criando, entre os mais necessitados, gerações de viciados em esmolas do Estado, como o programa “Bolsa Família”, sem dar-lhes o menor estímulo de evoluir em direção ao mercado de trabalho.

Há mais de cinquenta anos Luiz Gonzaga, o grande cantor e compositor, afirmou: ”Seu doutô, o nordestino tem muita gratidão pela ajuda dos sulistas nessa sêca do sertão, mas doutô, uma esmola a um homem são ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão”.

Ronald Reagan disse: “Devemos medir o sucesso dos programas sociais pelo número de pessoas que deixa de recebê-lo e não pelo número de pessoas que neles são adicionadas”; e também: “O melhor programa social é um emprego”.

Para o PT, pelo contrário, o mais importante é aumentar cada vez mais os dependentes do Estado, pois isso facilita sua permanência no poder. Se não contasse com os beneficiários do Bolsa Família, das ONG’S e dos Movimentos Sociais, Dilma já teria perdido as eleições no primeiro turno.

A população precisa entender que votar em troca de algo é vender, além de seu voto, sua dignidade, seus sonhos, projetos e perspectivas de futuro.

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Limpando a sujeira do país

João Bosco Leal

Mapa da Eleição de 14“Nunca antes na história deste país” a disputa pela eleição para Presidente da República foi tão suja. Denúncias de verdadeiros assaltos às empresas estatais, utilização da máquina pública em benefício próprio, desvio de verbas, surgem em tal quantidade que mal temos tempo de tomar conhecimento de uma, já surge outra.

Assistindo um vídeo onde, em uma reunião do partido, o Deputado Durval Ângelo (PT-MG) diz textualmente: “tem dedo forte dos Petistas nos Correios” , e outro onde um funcionário dos Correios é flagrado distribuindo propaganda eleitoral de Dilma, fica fácil entender porque Aécio Neves, mesmo tendo deixado o governo de Minas Gerais com 82% de aprovação foi menos votado do que Dilma nesse estado.

Os partidos que compõe o grupo de apoio à candidatura de Aécio Neves entraram, também, na Justiça Eleitoral, com denúncia crime contra a EBCT, porque naquele estado os Correios não distribuíram as propagandas dele e de outros candidatos do PSDB.

São tantas as artimanhas sujas utilizadas pelo PT para continuar governando, que só se pode chegar a uma conclusão: Estão todos com muito medo de serem presos, pois não há mais como esconder tantos crimes sem que pessoas sejam responsabilizadas.

A luta pelos votos do segundo turno destas eleições será travada entre o Brasil rico, culto e produtivo, em oposição ao Brasil da pobreza, analfabeto e submisso aos coronéis da política, que se aproveita de sua miséria para submetê-los a uma dependência cada vez maior do Estado através das mais diversos tipos de esmolas, como as “bolsas” ou “vales”.

Esse governo não proporciona e jamais lhes proporcionará educação, pois com ela tomariam conhecimento das realidades e deixariam de votar em troca de pequenas quantias ou “favores”.

Assim, sem cultura, acesso a jornais ou outros meios de informação, essa massa, hoje infelizmente ainda grande parte da população brasileira, continuará dependente dos Lula, Dilma, Sarney, Collor, Lobão, Renan e tantos outros exploradores da miséria nordestina que só nesses estados conseguem os votos necessários para sua permanência no poder.

Isso ficou muito claro no primeiro turno das eleições deste ano, onde Dilma – à exceção de Minas Gerais onde literalmente roubou as eleições com a ajuda dos Correios – só venceu nos estados do Norte e Nordeste.

Enquanto a população das regiões Norte e Nordeste não tiver acesso à educação, teremos diversos embates entre o Brasil produtivo contra o Brasil dependente das esmolas públicas.

Os eleitores precisam perceber isso com clareza e a tempo, para que possamos não só estar vivendo o auge da sujeira, mas sim o início da limpeza desse país.

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Nunca mais!

Yair Lapid*

O holocausto força-nos a perguntar as seguintes questões: O que eu teria feito? O que teria feito se fosse um judeu em Berlim, em 1933, quando Hitler ascendeu ao poder? Teria fugido? Teria vendido a minha casa e abandonado meu trabalho? Retirado meus filhos da escola no meio do ano? Ou teria dito a mim mesmo: isto vai passar, é só um momento de loucura, Hitler só disse estas coisas porque é um político procurando se eleger. Sim, ele é antissemita, mas quem não é?

Já vivemos tempos piores do que este. É melhor esperar, manter minha cabeça fria. Isto passará. O que eu faria se fosse um cidadão alemão, em Berlim no dia 18 de outubro de 1941, quando o primeiro trem partiu conduzindo 1.013 judeus, entre crianças, mulheres e velhos, todos destinados a morrer?

Não pergunto o que teria feito se fosse um nazista, mas o que teria feito se fosse um cidadão honesto testemunhando esse fato no local?

Um cidadão alemão, de minha idade, com três filhos como eu. Um homem que educou seus filhos nos princípios da decência, do direito inalienável à vida e ao respeito. Teria eu permanecido em silêncio? Teria protestado?

Teria eu sido um dos numerosos berlinenses que tentaram incognitamente resistir ao nazismo, ou dos que continuaram vivendo como se nada estivesse acontecendo?

Jogaria fora minha mala e sairia correndo? Ou atacaria os guardas em seus uniformes negros e morreria honrada e corajosamente, rapidamente, ao invés de vagarosamente torturado e faminto? Penso saber a resposta, e você também.

Nenhum – NENHUM – dos 1.013 judeus que partiram para a morte lutou contra os guardas. Nem eles nem os milhares que os seguiram partindo desta mesma plataforma.

Meu avô, Bela Lampel, também não o fez, quanto um soldado alemão, tirou-o de casa, tarde da noite de 18 de março de 1944. “Bitte” disse a mãe dele, minha bisavó Hermine, para o soldado alemão. Ela lentamente ajoelhou-se e abraçou as botas do soldado. “Bitte, não esqueça que você também tem uma mãe”. O soldado não disse uma só palavra. Ele não sabia, que da cama, escondido sob o colchão, meu pai tudo observava. Um jovem judeu de 13 anos, que de um dia para o outro virou um homem. Ou o que teria acontecido se eu fosse um dos 1.013 judeus naquele trem? Teria embarcado? Teria escondido minha filha de dezoito anos nas florestas do norte? Teria dito aos meus dois filhos homens para que lutassem até a morte? Jogaria fora minha mala e sairia correndo? Ou atacaria os guardas em seus uniformes negros e morreria honrada e corajosamente, rapidamente, ao invés de vagarosamente torturado e faminto? Penso saber a resposta, e você também.

Nenhum – NENHUM – dos 1.013 judeus que partiram para a morte lutou contra os guardas. Nem eles nem os milhares que os seguiram partindo desta mesma plataforma.

Meu avô, Bela Lampel, também não o fez, quanto um soldado alemão, tirou-o de casa, tarde da noite de 18 de março de 1944. “Bitte” disse a mãe dele, minha bisavó Hermine, para o soldado alemão. Ela lentamente ajoelhou-se e abraçou as botas do soldado. “Bitte, não esqueça que você também tem uma mãe”. O soldado não disse uma só palavra. Ele não sabia, que da cama, escondido sob o colchão, meu pai tudo observava. Um jovem judeu de 13 anos, que de um dia para o outro virou um homem.

Por que eles não lutaram? Esta é a pergunta que me assombra. Esta é a pergunta que o povo judeu não sabia responder desde a partida do último trem para Auschwitz. E, a resposta – a única resposta – é que não acreditavam, que a maldade suprema existia, mas agora sabem e acreditam, e como!

Sabiam na época, naturalmente, que existe gente má no mundo, mas não acreditavam na maldade suprema, na maldade organizada, sem perdão ou hesitação, maldade fria que os visualizavam mas não os viam, nem por um momento como seres humanos.

Pela ótica de seus assassinos, eles não eram pessoas. Não eram pais, mães e filhos. Nunca haviam celebrado o nascimento de um filho, nunca se apaixonaram, nunca levaram seu velho cão para passear, às duas da manhã, ou riram até chorar ao assistir uma comédia inesquecível.

É só isso que você precisa para assassinar seu semelhante. Estar convencido que ele não é um ser humano. Estar convencido que ele não é um homem na acepção antropológica da palavra. Quando esses assassinos olhavam para os prisioneiros nos trens que partiam das plataformas em sua jornada final, não viam pais e mães, mas só JUDEUS.

Não eram poetas ou músicos, mas só JUDEUS.

Não eram Herr Braun ou Frau Schvartz, mas só JUDEUS.

A “DESTRUIÇÃO” começa com a perda provocada da identidade.

Não traz surpresa, que a primeira coisa que ocorria quando chegavam em Auschwitz, era tatuar um número em seus antebraços.

É difícil matar Rebecca Grunwald, uma linda e graciosa jovem de 18 anos, mas uma judia número 7762 A, é fácil de matar, mesmo quando continue a mesma pessoa.

Setenta e cinco anos mais tarde, sabemos um pouco mais? Entende-se mais?

O Holocausto coloca aos olhos de Israel um desafio duplo: Por um lado nos é ensinado que devemos sobreviver a qualquer custo, e sermos capazes de nos defender a qualquer preço. Trens lotados de judeus nunca mais partirão de plataforma alguma, seja qual for o destino e o lugar no mundo. A segurança do Estado de Israel e seus cidadãos deve estar para sempre nas mãos de seus habitantes exclusivamente, sejam judeus ou não.

Temos amigos, e estaremos em companhia dos mesmos. A nova Alemanha, já provou sua atual amizade a Israel, mas não podemos nem devemos confiar em ninguém a não ser em nós. Por outro lado, o Holocausto nos ensinou, que independentemente de qualquer circunstância, devemos ser e permanecer sempre como um povo e Estado com sentimentos e moral elevada.

A moral humana não é avaliada quando tudo caminha normalmente, ela é julgada pela nossa habilidade em ver e sentir o sofrimento de terceiros, mesmo quando temos razões bastantes para ver exclusivamente os nossos.

O Holocausto não pode ser comparado, e não deve sê-lo, com qualquer outro evento na história humana. Foi, nas palavras de K. Zetnik, um sobrevivente de Auschwitz, “um outro planeta”. Não devemos comparar, mas devemos sempre lembrar o que aprendemos.

A guerra que travamos hoje, que parece continuar, e que o mundo civilizado – quer queiram, quer não – será parte dela, fundamenta as duas lições que tiramos do Holocausto, colocando infelizmente uma diante e oposta a outra.

A necessidade de sobreviver nos ensina como sermos combativos para nos defender.

A necessidade de permanecermos politicamente corretos, mesmo quando a imoralidade nos rodeia, nos ensinaa  minimizar o sofrimento humano tanto quanto possível.

Nossa conduta moral não é avaliada em um laboratório esterilizado ou em um livro de filosofia.

Nas últimas semanas, nossa avaliação perante a opinião pública mundial e principalmente pela mídia internacional facciosa como sempre em relação a Israel, foi feita durante intensa troca de foguetes e bombardeios.

Milhares de foguetes foram lançados contra Israel, enquanto terroristas armados do Hamas continuavam a cavar túneis que os levavam a jardins de infância, com o objetivo de raptar e matar nossas crianças.

Qualquer um que nos critique deve fazer a si uma única pergunta: “O que você faria se viesse à escola de seus filhos um terrorista do Hamas armado com uma metralhadora e começasse a atirar?”

O Hamas, ao contrário do que fazemos, quer matar JUDEUS. Jovens ou velhos, mulheres ou homens, soldados ou civis. Não veem diferença, pois para eles, não somos pessoas. Somos JUDEUS, razão bastante para tentar nos matar, exatamente igual aos nazistas.

Nosso termômetro moral, mesmo nessas circunstâncias, é continuar a distinguir entre inimigos e inocentes.

Cada criança que morre em Gaza, faz sangrar nosso coração. Eles não são do Hamas, não são inimigos, são apenas crianças.

Israel é o primeiro e único pais, em toda história mundial militar, que informa seus inimigos previamente quando e onde vai atacar, a fim de evitar feridos civis.

Israel é o único país que transfere alimentos e medicamentos aos seus inimigos mesmo durante o embate.

Israel é o único país em que pilotos abandonam suas missões quando identificam civis no solo a ser bombardeado. Assim mesmo, crianças morrem, e crianças não existem para morrer assim.

Hoje na Europa, e como em todo mundo, seus habitantes estão confortavelmente sentados em seus lares, vendo as notícias do dia, e comentando como Israel está falhando em sua estratégia de autodefesa. Por quê? Porque em Gaza pessoas sofrem e morrem. Não entendem – ou não querem entender – que o sofrimento em Gaza, é a MAIOR ARMA DA SUPREMA MALDADE – OU SEJA – DO HAMAS.

Quando tentamos explicar a todos, minuto a minuto, dia após dia, semana após semana, que o Hamas usa seus filhos, suas crianças, como escudos humanos, pondo-os na linha de fogo intencional e cruelmente, para assegurar que vão morrer, esse diabólico Hamas, sacrifica essas vidas jovens e promissoras para vencer sua guerra de propaganda, e assim mesmo a opinião pública mundial não judaica, recusa-se a acreditar nisto. Por quê?

Porque, não conseguem acreditar que seres humanos – seres humanos que parecem sê-lo, e soam como se fossem – são capazes desse comportamento diabólico. Porque, pessoas de bem, recusam-se a reconhecer essa suprema maldade, só quando já é muito tarde.

Dia a dia, perguntamos a nós mesmos, porque a humanidade prefere nos criticar, mesmo quando fatos gritantes e incontroversos indicam o contrário.

Hoje, mundo afora, fanáticos muçulmanos estão massacrando outros muçulmanos. Na Síria, no Iraque, na Líbia e na Nigéria morrem mais crianças em um dia, do que em Gaza em um mês.

Cada semana, uma mulher é sequestrada e estuprada, homossexuais são enforcados e cristãos decapitados. Enquanto isso o mundo observa, calma e educadamente, voltando obsessivamente a condenar Israel por tentar se defender e a seus cidadãos.

Parte dessas críticas vem de antissemitas. Mais uma vez, emerge o monstro do preconceito. Mas não perdem por esperar, lutaremos contra vocês sempre, em qualquer tempo e lugar. Os dias em que os judeus silenciavam já eram.

Nunca mais calaremos face o antissemitismo travestido de antiisraelismo, e esperamos que cada governo, em cada país, com o bom senso de todos os governantes, ombro a ombro ajude-nos a combater essa maldade suprema que insiste em reviver.

Muitos preferem nos criticar e focar sua raiva sobre nós, porque sabem que somos os únicos que os ouvimos porque defendemos todos os pontos em que o Hamas é contra, como direitos humanos, racionalidade, liberdade para os gays, direito das mulheres, liberdade de religião e de opinar.

Não nos deixemos enganar. A suprema maldade está aqui. À nossa volta. Está procurando vigorosamente nos ferir.

O fundamentalismo muçulmano é a mais recente manifestação da suprema maldade, e como o nazismo que o precedeu, nos ensinou como usar nossas estratégias para nos defender.

Diabolicamente usam nossa incapacidade de aceitar que seres humanos utilizem e matem seus filhos e cidadãos civis em geral, para vencer uma guerra de propaganda, materializada pela captação por uma lente de TV, de um cenário de morte e sofrimento que circulará pela mídia internacional na sua perseguição infinita contra os judeus e o Estado de Israel.

Finalmente, quero alertar aos líderes do Hamas, do Estado Islâmico ou ISIS, que nunca estarão seguros onde quer que estejam enquanto continuarem a matar vítimas inocentes.

Assim como os principais líderes do Ocidente, continuaremos a perseguir até a extinção esses assassinos do Hamas e seus parceiros.

Essa suprema maldade que Israel enfrenta hoje, a Europa já sabe, que se falharmos ao tentar detê-los, eles serão os próximos alvos.

Nunca mais embarcaremos nos trens da morte, esteja o Mundo certo disso! Shalom!

*Yair Lapid é jornalista e ministro das Finanças de Israel, agosto de 2014

Publicado por:  O Cão Que Fuma


Brasil, o país dos fora da lei.

João Bosco Leal 

Brasil o país dos fora da leiLendo, vendo ou ouvindo o que ocorre em nosso país diariamente, a sensação é de que vivemos em uma sociedade sem qualquer tipo de ordem, regras ou leis, onde, como na pré-história, sempre vence o mais forte e violento.

No Brasil atual, somente os ilegais, sonegadores, corruptos e ladrões conseguem fazer evoluir seu patrimônio. Os que possuem princípios morais e éticos, por mais que trabalhem, não conseguem progredir financeiramente e, não raro, ainda perdem o que já possuíam.

São tantas as obrigações trabalhistas, fiscais e tributárias que só mesmo os ilegais, que tudo sonegam, conseguem manter seu patrimônio ou progredir. E cada vez que se propõe algo que possa beneficiar minimamente a população, isso só pode ser realizado com um novo aumento de tributos, pois os já existentes são totalmente consumidos pelos corruptos hoje no poder.

Os aportes financeiros, de bilhões de reais, realizados pelo Tesouro no BNDES nos últimos anos, não são suficientes para financiar a manutenção e aumento da infraestrutura básica do país, pois a ideologia dos nossos governantes os levam a construir obras faraônicas em outros países, governados por “companheiros”, enquanto os brasileiros morrem nas filas dos hospitais.

Um “acordo verbal” com o “companheiro” Hugo Chávez, levou a Petrobrás na construção da refinaria Abreu e Lima, em Ipojuca – região metropolitana de Recife -, e agora, além da empresa PDVSA, do país do “companheiro”, não haver aplicado um só centavo na construção, descobre-se que a mesma foi projetada para refinar um tipo de óleo que não é o produzido no Brasil, mas sim na Venezuela.

Segundo a revista Veja e as declarações da própria presidente da empresa, Graça Foster, seu o total da refinaria será de 40 bilhões de reais, valor 36 bilhões superior ao estimado no início do projeto (4 bilhões de reais). E isso é só um exemplo do que tem ocorrido naquela que já foi uma das maiores empresas do mundo e hoje, em virtude da ingerência do governo do PT nos últimos anos, está financeiramente debilitada e aparece diariamente nas colunas policiais.

A poucos dias das eleições que definirão os próximos vereadores, prefeitos, deputados estaduais e federais, senadores e o presidente da república, o que vemos na mídia é um festival de acusações de incapacidade administrativa e de corrupção generalizada.

Entretanto, o que mais chama a atenção é como os membros do PT, que atualmente governam ou governaram o país, mentem descaradamente, sobre assuntos que já são do conhecimento público, como a responsabilidade que deveriam assumir sobre a aquisição superfaturada da refinaria de Pasadena, nos USA, que causou tantos prejuízos à Petrobrás.

A metodologia da contratação de médicos cubanos, que só recebem uma pequena parcela de seu salário, se aplicada em médicos brasileiros causaria a prisão de quem os tivesse contratado, por ser considerado, em nossa legislação, trabalho escravo, mas o PT a admite, para repassar aos “companheiros” e criminosos irmãos Castro o dinheiro ganho com o suor destes médicos.

E a prepotência dos líderes do PT é tão grande que em um vídeo disponibilizado no YouTube, Lula, durante um de seus discursos desta campanha eleitoral, em tom de ameaça, diz a Dilma: “….eles não sabem o que nós seremos capazes de fazer para fazer com que você seja a nossa presidenta por mais quatro anos desse país”.

Enfim, são tantos os exemplos de desmandos, corrupção, apoios a crimes e ameaças, praticados pelos governantes do PT, que, com muita tristeza, admito:

Atualmente, no Brasil, só se dá bem quem é fora da lei.

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