Viva a Albânia e Viva Cuba

Gen. Valmir Fonseca Azevedo Pereira*

Albânia e CubaNo período efervescente da subversão era impressionante a propaganda do regime comunista em nosso País.

As violentas atividades subversivas, os assaltos a bancos, os sequestros, os atentados terroristas, o roubo de armas e a intensa propaganda que seria proibida ou coibida pelos governos militares.

O Pasquim corria à solta, as “ações vitoriosas” dos terroristas tanto na área urbana como na rural eram divulgadas aos quatro ventos. Como sempre, os idiotas repressores eram trucidados e desmoralizados pelos “heróis da revolução comunista” no Brasil.

As ameaças de sequestrar algumas autoridades estrangeiras eram propaladas como algo que aconteceria com êxito, a qualquer momento.

No meio estudantil proliferava a determinação de que o Brasil precisava comunizar – se, e os jovens estudantes, devidamente cooptados por “estudantes profissionais”, de todos os níveis, viviam desfraldando a bandeira da foice e do martelo.

Foram momentos difíceis, duros de aguentar.

Recordo que durante um longo período, os militares foram proibidos de transitarem nas ruas fardados. Poderiam sofrer alguma represália.

Para os que não estavam diretamente envolvidos na repressão, enem um por cento do efetivo estava, a vida na caserna prosseguia, volta e meia açodada com sobreavisos, prontidões, e com serviços nos quartéis cada vez mais exigentes.

O Oficial – de – Dia em serviço passava a noite acordado, e no dia seguinte prosseguia normalmente a sua atividade junto à tropa.

Citamos de leve coisas bem simples e elementares, entre tantas que vivemos e convivemos, antes de destacar algumas considerações sobre a trotskista Albânia.

Lembro de que os comunas com sofreguidão apegavam – se, principalmente à noite, para escutar e desfrutar da rádio de Albânia.

Ajustar a frequência da “Rádio Tirana” era a glória para a subversão, que com certa dificuldade sintonizava a estação subversiva na busca de notícias alvissareiras.

Nós ficávamos imaginando o que ocorria na Albânia, um ícone na cuca dos comunistas do Partido Comunista do Brasil (PC do B), que renegara a “linha chinesa”, antes adotada pela “linha albanesa”.  A impressão que se tinha era de que a Albânia era um monumento, um baluarte, uma potência ideológica.

Bom, até que pesquisando aquele país, verificamos que era uma miserável nação dominada pelos mais radicais comunistas.

Posteriormente, com a queda do Muro de Berlim, com o esfacelamento da União Soviética, surgiu aos olhos do povaréu, o que era de fato a grande Albânia, idolatrada pelos crédulos e fieis profitentes do PC do B, partido responsável pela “guerrilha do Araguaia”, cujos guerrilheiros, na selva amazônica, recebiam diariamente, da capital albanesa, por meio da rádio de Tirana, as diretrizes expedidas pelos comunistas trotskistas da pequenina e insignificante Albânia.

A Albânia era, e ainda é, o menos desenvolvido dos países da Europa, na época uma das desvalidas nações que compunham a poderosa União Soviética.

A Albânia era secularmente atrasada, com carroças nas ruas, com uma população paupérrima, o que deveria causar surpresa até para os seus admiradores que colavam os ouvidos para escutar a poderosa e libertaria voz da Albânia.

Hoje, impossível não mirar para Cuba, um carente país que para os nossos comunistas parece irradiar uma luz de raro esplendor, que nem a Albânia.

Cuba soa para os nossos terríveis comunas como um eldorado, como um exemplo que esperam incutir no Brasil.

Pelo andor da carruagem, pela intensidade e admiração que tinham pela Albânia, breve teremos como paradigma da civilização brasileira o modelo da “poderosa e maravilhosa ilha cubana”.

Quem votar na presidANTA, o “poste sem luz”, verá.

Brasília, DF, 20 de junho de 2014

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Publicado por:  Recebido do autor por e-mail.


As escolas de antigamente

Gen. Valmir Fonseca Azevedo Pereira*

General Valmir Fonseca 01Vou falar das Escolas que cursamos no passado. No meu caso, das militares, da Escola Preparatória de Porto Alegre (EPPA) e da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Nelas, tivemos os exemplos de bons instrutores e monitores, de Tenentes dedicados, todos de conduta ilibada e por vezes mais severos do que gostaria a nossa juventude.

Olhávamos com respeito, os Capitães, os superiores, e, até com certo temor as maiores autoridades, os Coronéis, e principalmente, os Generais. Com maior razão o General Comandante da AMAN.

E eles nos ensinavam os assuntos militares e os morais e cívicos, pregavam a obediência a princípios fundamentais, falam sobre valores, e sublinhavam o respeito aos subordinados.

Em geral apregoavam a máxima de “não faças aos outros, o que não desejas que façam contigo”.

Acordávamos cedo e lá estavam eles, exigiam o traquejo na farda e lá estavam eles, impecáveis, destacavam a importância da disciplina e do cumprimento da hierarquia.

E assim, durante anos naqueles bancos escolares eles passaram por nós, Oficiais, Sargentos e Praças, em decorrência das transferências; mas mudava o homem e não a tônica do exemplo e da dedicação.

A qualquer momento lá estavam eles, nas instruções, nas provas, e mesmo nas dificuldades em apoio aos necessitados.

Ah, nas escolas de antigamente aprendemos ensinamentos maravilhosos, tantos que de certa forma a sua influência faz parte de nosso caráter.

Somos gratos.

Contudo, hoje é flagrante que cometeram “falhas imperdoáveis”, pois não nos ensinaram a ser patifes, calhordas, cretinos, nem desonestos, nem falsos, nem bandidos, nem a conviver com estes tipos de indivíduos, e, o pior, nem a combatê – los.

Hoje, reclamamos e tornamos público a nossa falta de capacidade e despreparo para engolir o que assistimos: a ganância, a corrupção, o apogeu da mentira e a enganação.

Incompetentes” instrutores e monitores que não nos prepararam para conviver sob a égide dos “fins justificando os meios, e de que tudo vale em beneficio de seus interesses”, que nos moldaram sob as premissas da virtude, e a preservação da honra e da dignidade, a qualquer custo.

Mas, na certeza de que não agiram de má fé, desculpamos a sua inocência ou a sua boa intenção de esconder – nos que lá fora, um dia, nesta Terra predominaria a falta de caráter, a impunidade, e que o mérito seria um nauseabundo defunto diante dos interesses pessoais.

Infelizmente, sob o peso dos anos, nós que frequentamos as escolas de antigamente, não temos mais tempo nem saco de apreendermos a arte da patifaria e, por isso, vez por outra, indignados por assistir a tantas falsidades, ao ver florescer o escárnio e a injustiça, reclamamos, denunciamos.

Mas é um grito inútil, pois os tempos são outros, a escolas de antigamente foram substituídas, e sabe – se lá o que os novos mestres ensinam, neste caso, em preparação dos jovens para se saírem bem entre os demais patifes. Nós, infeliz ou felizmente, deste tema, nada aprendemos.

Evidentemente, a História da Humanidade tem nas suas linhas uma infindável lista de indivíduos de baixíssimo padrão moral, pessoas sem escrúpulos.  E assim será, agora e sempre.

Porém, o duro é testemunhar no Brasil, que aqui, quanto mais cretino melhor, como comprovamos no nosso dia a dia.

Mas é tarde para voltar aos bancos escolares, e mais difícil viver nestes novos tempos sem reclamar daqueles antigos Mestres, que não nos prepararam para viver nesta fedorenta esbórnia.

A grande dúvida é se diante de tantos patifes, a História da Pátria poderia perdoar – nos se liderássemos uma revolução que sob a desculpa do “paredón” eliminasse sem piedade, os abomináveis detratores da honra e da grandeza do Brasil.

Brasília, DF, 31 de maio de 2014

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

*Cadete do último ano do Curso de Infantaria da AMAN, sob o Comando do inesquecível General Emílio Garrastazu Médici, em 31 de março de 1964.

**Recebido do próprio autor, por e-mail


Esses babacas do metrô

*Fernando Gabeira – O Estado de S. Paulo

Fernando Gabeira 01Houve um tempo em que esperávamos a Lua entrar na sétima casa, Júpiter se alinhar com Marte e a paz reinar no planeta. Era a aurora da era de Aquarius. Aquarius, Aquarius. As mulheres arrancando os sutiãs, os homens com calça boca de sino, cavalos da polícia dançando, tudo porque a Lua tinha, finalmente, entrado na sétima casa.

Nossas esperanças hoje são mais prosaicas. Em vez de Júpiter se alinhar com Marte, contemplamos o alinhamento da Copa do Mundo com as eleições no Brasil. E os nervos estão mais sensíveis. Na cúpula, governo e Fifa se estranham. Para Jérôme Valcke, o contato com as autoridades brasileiras foi um inferno. Para Dilma Rousseff, Valcke e Joseph Blatter são um peso.

É o tipo de divórcio que não se resolve com as cartomantes que trazem de volta a pessoa amada em três dias. Eles se distanciam num mero movimento defensivo. Quem será o culpado se as coisas não derem certo?

Dilma, com a Copa das Copas, quer enfrentar a eleição das eleições e põe toda a sua esperança nos pés dos atletas. A Fifa não gostaria de entrar numa gelada no Brasil, mesmo porque o Qatar a espera com calor de 52 graus. Seriam dois fracassos seguidos, pois Blatter já admitiu que o Qatar foi um erro.

Essa conjunção histórica está levando a uma certa irritação da cúpula conosco, que não inventamos essa história. Blatter declarou que os brasileiros precisavam trabalhar mais porque as promessas de Lula não foram cumpridas. Nada mais equivocado do que essa visão colonial. Se Blatter caísse no Brasil e vivesse nossa vida cotidiana, constataria que trabalhamos muito mais que ele mesmo, um cartola internacional. Desde quando o objetivo do nosso trabalho é cumprir as promessas de Lula?

A tática de Lula é diferente da de Blatter. Lula não critica nossa insuficiência no trabalho, mas nossas aspirações de Primeiro Mundo. Ele, que vive espantando o complexo de vira-latas, apossando-se politicamente de uma frase de Nelson Rodrigues, nos convida agora a reviver o espírito que tanto condena: “Querer vir de metrô ao estádio é uma babaquice. Viremos a pé, de jumento…”. Para Blatter, precisamos trabalhar mais; para Lula, desejar menos. Só assim nos transfiguramos na plateia perfeita para o espetáculo milionário.

Lula começou sua carreira falando em aspirações dos mais pobres, hoje prega o conformismo. Não é por acaso que o PT faz anúncios inspirados no medo de o adversário vencer as eleições. Não há mais esperança, apenas um apego desesperado aos carguinhos, à estrutura do Estado, aos grandes negócios.

No passado exibi um filme em que Lula e Sérgio Cabral dialogam com um garoto do Complexo da Maré. Eles entram em discussão, Cabral ofende o jovem e Lula diz ao garoto que gostava de jogar tênis: “Tênis é um esporte de burguês”. Na cabeça de Lula, o menino tinha de se dedicar ao futebol. Outras modalidades seriam reservadas aos ricos. Se pudesse livrar-se de seus aspones e andar um pouco até a Baixada Fluminense, veria um campo de golfe em Japeri onde atuam dezenas de garotos pobres da região. Dali saem alguns dos melhores jogadores de golfe do Brasil.

Lá por cima, pela cúpula, muito nervosismo, uma certa impaciência com um povo que não se ajusta ao espetáculo. Estão mais ansiosos que os próprios jogadores para que o juiz dê o apito inicial. Nesse momento, acreditam, o Brasil cai num clima de festa. Com a vitória da seleção o Brasil entraria num alto-astral e os carguinhos, os grandes negócios, tudo ficaria como antes.

Li nos jornais algumas alusões à Copa de 70, a que assisti na Argélia. De fato, o PT vai se agarrar à seleção como o governo Médici o fez naquela época.

Mas já se passaram tantos anos, o Brasil mudou tanto, e o alinhamento das eleições com a Copa, organizada pelo País, tudo isso traz novidades que a experiência de 1970 não abarca.

Estamos entrando num momento inédito. Dilma é vaiada em quase todo lugar por onde passa. Lula está visivelmente ressentido com o povo, que não o celebra pela realização da Copa; que é babaca a ponto de desejar ir de metrô ao estádio.

Não importa qual deles venha. “Que vengan los toros”, como dizem os espanhóis. Não importa quantos gols nosso ataque faça – e espero que sejam muitos -, a glória do futebol não obscurece mais nossas misérias políticas e sociais. Se os idealizadores da Copa no Brasil fizessem uma rápida pesquisa, veriam que o sonho de projetar a imagem de um país pujante e pacífico está ardendo nas fogueiras das ruas, na violência das torcidas, no caos cotidiano nas metrópoles, nos relatos sobre a sujeira da Baía de Guanabara.

O governo do PT e aliados não poderá esconder-se atrás do futebol, porque eles já foram descobertos antes de a Copa começar. A Copa do Mundo não sufoca as denúncias de corrupção porque a própria Copa está imersa nela. A Fifa, com Jérôme Valcke sendo acusado de venda irregular de jogadores, não ajuda. Até o técnico Felipão caiu nas redes do fisco português.

O sonho de uma plateia ideal para a Copa, milhares de pessoas com bandeirinhas, de um eleitorado ideal que vota sempre nos mesmos picaretas, de torcedores ideais que vão a pé ou de jumento para estádios bilionários, esse sonho entra em jogo também. Assim como aquele de projetar a imagem positiva do Brasil, o sonho de uma plateia ideal para a Copa foi por terra. Nem todos cantam abraçados diante das câmeras.

Começou um jogo delicado em que a Copa do Mundo é apenas uma etapa. Valcke vai viver o inferno nos 52 graus do Qatar e Dilma enfrentará a eleição das eleições, a qual precisa vencer, mas não para de cair.

A Lua entrou na sétima casa e não veio o paraíso. As eleições se alinham com a Copa, como Júpiter e Marte, e o Brasil, num desses momentos de verdade decisivos para sair dessa maré. Se estão nervosos agora, imagino quando as coisas esquentarem.

Os babacas que querem ir ao estádio do metrô podem querer também um governo limpo, um combate real à corrupção, serviços públicos que funcionem.

Babacas, felizmente, são imprevisíveis.

*Jornalista

Publicado por: Jornal O Estado de São Paulo


Kosovos indígenas

Preâmbulo – F. Maier

Infelizmente, caminhamos para uma verdadeira “balcanização” do território brasileiro. No futuro, é muito provável que as “nações indígenas” queiram se separar da República brasileira, criando “repúblicas autônomas” como as que havia na antiga Iugoslávia, para depois se separarem definitivamente do Brasil. As “reservas indígenas” serão nossos Kosovos, nossas Croácias, nossas Bósnias, nossas Montenegros no futuro, caso não detenhamos o desmembramento a tempo – sem considerar os bantustões dos quilombolas e do MST, em amplo e acelerado processo de formação.

Abaixo, artigo de um oficial brasileiro que conhece muito bem o assunto.

***

Indios no Brasil 01Kosovos indígenas 

Osmar José de Barros Ribeiro (*)

03 de março de 2008

Por razões que são até hoje desconhecidas, desde o governo Fernando Collor o Brasil vem, sem maiores questionamentos, cedendo às pressões de ONGs ambientalistas e indigenistas bem como de governos estrangeiros e de grupos financeiros internacionais, no sentido de criar um número crescente de reservas indígenas, particularmente na Região Norte. Nosso meio de comunicação sabe-se lá a razão, talvez por desconhecimento, talvez por má-fé, engrossam esse coro vindo do exterior.

Para não irmos muito longe: a questionada e questionável criação da TI (Terra Indígena) Raposa-Serra do Sol em área contínua, colocou mais de 40% do território do Estado de Roraima sob a jurisdição de fato do Conselho Indigenista de Roraima (CIR), órgão ligado a uma série de organizações, como a Cafod (Agência Católica para o Desenvolvimento, agência oficial da Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales); Cese (Coordenadoria Ecumênica de Serviços, órgão do Conselho Mundial de Igrejas, criado e sustentado pela Igreja Anglicana); Cimi (Conselho Indigenista Missionário, órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB e profundamente infiltrado pelos adeptos da Teologia da Libertação); CCPY/Comissão Pró-Yanomami (criada em 1978, originalmente denominada Comissão pela Criação do Parque Yanomami, com forte apoio internacional). Convém ainda destacar a NORAD/Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (ligada ao Ministério de Negócios Estrangeiros, a qual canaliza fundos substanciais através ONGs norueguesas e da Rain Forest Foundation, nos EUA e na Noruega); a Greenpeace, cujas ações de desrespeito à soberania de muitas nações são sobejamente conhecidas; o Instituto Socio-ambiental (ISA) e outras como a Oxfam e a Survival International.

Quanto ao ISA, fundado em 22 de abril de 1994, incorporou o patrimônio do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI, umbilicalmente ligado ao Conselho Mundial de Igrejas-CMI) e do Núcleo de Direitos Indígenas (NDI) de Brasília. Como sucessor do CEDI, promove ativamente a insidiosa tese da “autonomia” dos povos indígenas. Para tanto, em especial, mas não unicamente na Amazônia, vêm organizando as “nações indígenas” e mesmo grupos de quilombolas em “uniões”, “organizações”, “federações”, “coordenações”, etc. Ao fim e ao cabo trata-se, sem dúvida alguma, de “garantir a preservação do território amazônico para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”, objetivo declarado do já mencionado Conselho Mundial de Igrejas. A partir de 2002 expandiu as suas atividades, anteriormente focadas no meio ambiente e nos indígenas, para problemas ligados à posse e utilização da terra, ligando-se ao Apoio Jurídico Popular (AJUP), à Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), ao MST, à Rede Nacional de Advogados Populares (RENAP) e à Comissão Pastoral da Terra (CPT), promovendo a articulação entre as ONGs ambientalistas e os movimentos de luta pela terra.

 Dentre as organizações ligadas ao ISA, há que destacar o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), sediado em Brasília, onde desenvolve atividades voltadas ao “apoio técnico, científico e acadêmico na área de meio ambiente, com o objetivo de fortalecê-la e promover a sua articulação na Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado”. Para seus programas conta, atualmente, com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, USAID (sua cooperação com a USAID vem de 1989), Moore Foundation, ProManejo; Delegação da Comissão Européia no Brasil, World Wildlife Fund (WWF) e outras entidades. Em 1997, teve início a parceria com o World Wildlife Fund (WWF-US).  Em 1998 deu-se a sua formalização como ONG, face à necessidade de dar forma institucional às ações realizadas pela cooperação USAID//WWF-US. Em 2000, com a Embaixada do Reino dos Países Baixos, foi firmada uma parceria para a execução do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional e Sustentável – PADIS. Em 2003, criado o Consórcio ALFA, Aliança para a Floresta Amazônica e Mata Atlântica, foi um dos três consórcios selecionados pelo edital da USAID para atuação nos seguintes eixos: manejo florestal, comunidades e mercados, e planejamento de paisagens. O Consórcio ALFA é liderado pelo IEB e formado por oito outras organizações com atuação na área ambiental no Brasil.

A demarcação de TIs, tão defendida por organismos e países estrangeiros, coincidentemente localizadas sobre ocorrências minerais e dada a lamentável anuência brasileira à Convenção sobre os Direitos dos Povos Indígenas, vem trazer uma possível e desastrosa conseqüência para nós: a criação e o reconhecimento, por parte de alguns países centrais com interesses na região (por exemplo: Reino Unido, França, Holanda, EUA) de “nações indígenas” nas áreas ocupadas pelas Reservas situadas em áreas de fronteira, ao norte da calha do Solimões/Amazonas. Sem dúvida, o primeiro “Kosovo indígena” estaria em Roraima (mais de 60% da sua área é reserva indígena ou ambiental) e resultaria da união da Reserva Ianomâmi com a da Raposa-Serra do Sol.

Quem tiver qualquer dúvida quanto ao afirmado, bastará entrar na internet e consultar os sítios das organizações mencionadas anteriormente. Tomará conhecimento da aversão das ONGs à presença do Estado Nacional naquela área e da pressão contra as autoridades brasileiras em fóruns tais como a OEA e a ONU, em defesa dos direitos das “nações indígenas”.

Espero estar enganado, mas a ser concretizada tal hipótese, bem pouco vai restar-nos além de inócuos protestos e, então, bem poderão ser aplicadas a nós, brasileiros, as palavras da mãe do último rei mouro de Granada, em 1492: “Choras como mulher, o que não soubeste defender como homem”.

(*) Osmar J. B. Ribeiro é tenente-coronel reformado do Exército.


Os irresponsáveis ambientalistas

João Bosco Leal

Infraestrutura GeralNa última década, temos assistido surgir em território brasileiro centenas de ONG’s em defesa das mais diversas causas ou com os mais variados interesses, muitas vezes até inexplicáveis, como a de atualmente haver muito mais dessas ONG’s na região Amazônica ou em diversas outras partes do país, atuando em defesa das “nações” indígenas e da preservação de animais, do que nas regiões de extrema pobreza do país, como no Nordeste, onde nossos compatriotas, seres humanos, sobrevivem sem nenhum tipo de infraestrutura nas áreas de saúde, educação, transporte, e muitos deles literalmente passam fome. 

O que se observa por trás desta realidade é que no sertão nordestino elas não encontram tantos minérios ou espécimes do bioma amazônico – que são ilegalmente subtraídos do país, principalmente pelas indústrias multinacionais de medicamentos e por contrabandistas de minérios -, ouro e pedras preciosas. É por isto que existem no Amazonas áreas de acesso totalmente restrito a brasileiros, mas liberado a estrangeiros e também, são estes os motivos de milhares de brasileiros, corruptos ou imbecis – inclusive políticos e funcionários públicos responsáveis pelos órgãos que deveriam cuidar dos índios e do meio ambiente -, continuarem apoiando essas ONG’s.

Há menos de um ano eram comuns os protestos contra a construção de mais Usinas Hidrelétricas no país sob a alegação de que prejudicariam o meio ambiente e que o alagamento da área para uma das represas exigiria a mudança de uma tribo indígena do local que habitam. Entretanto, o clima mudou e estamos enfrentando uma seca que em determinadas regiões já é a maior dos últimos cinquenta anos, enquanto em alguns locais – exatamente da região norte -, diversas cidades estão isoladas pela ocorrência de tantas chuvas, que inundaram as estradas que a elas dão acesso.

Por outro lado, a falta de chuvas já sinaliza um provável racionamento de energia e em algumas regiões, como a da grande São Paulo, também de água. Enquanto isso, mais de seiscentos projetos para a construção – pela iniciativa privada -, de Pequenas Centrais Hidrelétricas, as PCH’s, que, juntas, certamente supririam, com folga, toda a carência energética do país, que inclusive, atualmente, impede até seu desenvolvimento industrial, continuam engavetados na Aneel – Agencia Nacional de Energia Elétrica -, sem sequer serem examinadas.

Existe alguma explicação lógica para, sendo o Brasil o país com o maior potencial hídrico do mundo, estar impedido de progredir por falta de energia elétrica e abastecimento de água potável? Claro que sim: a corrupção. Enquanto falta energia hidrelétrica, além de não progredirmos, temos de suprir nossas necessidades com Usinas Termelétricas, movidas a combustíveis fósseis, cuja geração é muito mais cara e poluente, mas pertencentes a grandes grupos internacionais ou a grandes empresários, amigos ou sócios de grupos políticos corruptos que hoje influem no comando do país.

Constatadas na prática essas necessidades, sumiram da mídia todos os ambientalistas que protestavam contra suas construções e os políticos atrelados a tais ONG’s. Na realidade, esses literalmente bandidos, sempre fingiram defender a minoria indígena, mas só os utilizava como massa de manobra para buscar lucros em benefício próprio, quando deveriam pensar em termos da população geral do país e não se preocupar com a necessidade de mudança de local de uma minoria, em benefício da maioria.

As usinas hidrelétricas e as pequenas centrais hidrelétricas precisam ser construídas em todas as regiões do país, pois além de gerarem energia mais barata e limpa, seus lagos e represas são depósitos de água para abastecer os brasileiros em épocas de seca como a que agora atravessamos.

O país não precisava investir bilhões de dólares na construção de campos de futebol para uma Copa do Mundo ou na construção de portos em outros países, mas esse investimento seria até barato se a população, com esses erros de seus governantes, aprendesse a votar. 

O Brasil precisa ser governado por um patriota, que invista na educação, saúde e infraestrutura, para que o povo, culto, possa progredir e não vote mais nos corruptos que aí estão.

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A reeleição dos corruptos

João Bosco Leal

Eleições 02Na internet circula um texto de autoria indicada como sendo de Bill Cosby, “Tenho 74 anos e estou cansado”, onde o mesmo descreve diversos desvios comportamentais que estão sendo assumidos pelas pessoas das gerações posteriores à dele, mas que as consequências acabam sendo suportadas por todos.

Conta que nada herdou e que trabalhou duro, desde 17 anos de idade e por 50 horas semanais, para chegar onde estava e agora ouvir que tinha de distribuir suas riquezas com as pessoas que não possuem sua ética de trabalho. Que cansara de ver o governo ficar com seu dinheiro e entregá-lo de formas variadas a pessoas que tiveram preguiça de trabalhar como ele.

Diz que foi educado para ter tolerância com outras culturas, mas não entende a violência contra as mulheres praticada pelos seguidores do Islã em seus países e o assassinato de judeus e cristãos, simplesmente por não serem crentes em Alá e, mesmo assim, insistirem em declarações de que essa é a religião da paz.

Ou a permissão da construção de mesquitas e escolas madraças islâmicas – que só pregam o ódio -, em diversos países do mundo, se nenhum deles pode construir uma igreja, templo, sinagoga ou escola religiosa em países árabes, para pregar o amor e a tolerância.

Fala sobre os tóxicos dependentes, fumantes e alcoólatras que fizeram sozinhos a opção por seu estilo de vida, consumo ou vício, mas de alguma forma acabam prejudicando toda a sociedade e não assumem a responsabilidade por suas escolhas e atitudes, além de normalmente ainda culparem o governo de discriminação por seus problemas, como os tatuados e cheios de piercings, que por essas suas escolhas tornaram-se não empregáveis e reivindicam dinheiro do governo, dos impostos, pagos por quem trabalha e produz.

Que cansou, de ver atletas, artistas e políticos de todos os partidos confessarem erros inocentes, estúpidos ou da juventude, mas que na realidade pensam que seu único erro foi ser apanhado, e de pessoas que por não assumirem a responsabilidade por suas vidas e ações, culpam o governo de discriminação por seus problemas.

Alega que, por sua idade, não verá o mundo que essas pessoas estão criando, pois já está no caminho de saída e não de entrada deste, mas fica triste por seus descendentes e sugere que cada um faça sua parte, contrariando o caminho que esses péssimos governantes estão nos proporcionando, por essa ser a única chance de fazer a diferença.

Com as eleições brasileiras se aproximando, penso que realmente temos, individualmente, a chance de mudar tudo o que aí está posto, desde a corrupção generalizada, a imunidade parlamentar, a demora generalizada do poder judiciário em julgar os processos, a aceitação da interferência de um ex Presidente em diversos Poderes e todas as outras falcatruas que diariamente lemos nos jornais ou assistimos pelos noticiários televisivos.

Independentemente de sermos jovens, adultos ou idosos, negros, brancos ou amarelos, de descendência europeia, asiática, americana ou africana, se hoje aqui vivemos e criamos nossos filhos, somos todos brasileiros e é no futuro das nossas próximas gerações de brasileiros é que devemos pensar.

Nada se constrói em um país republicano como o nosso sem o envolvimento de algum dos Três Poderes, ou dos três conjuntamente, mas a total independência destes é fundamental para a sobrevivência da democracia. Entretanto, no Brasil, o Poder Executivo têm, através de nomeações ou de corrupção, interferido diretamente nos outros dois de modo a alterar totalmente muitas decisões que seriam exclusivas destes.

Nos últimos anos, o que se vê nos órgãos públicos, de todos os poderes, é a corrupção e o aumento de impostos, para custear a roubalheira generalizada e as benesses públicas para os que aí estão e buscam a reeleição ou se manter nos cargos que ocupam.

Nas próximas eleições temos uma chance única de alterarmos quadro atual, não reelegendo os corruptos.

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Carta aberta a Letícia Spiller

Leticia SpillerPrezada Letícia,

Antes de mais nada, gostaria de dizer que admiro seu talento como atriz e também te considero muito bonita. Infelizmente, você tem endossado certas ideias um tanto estapafúrdias, aplaudido regimes nefastos como o cubano, e alegado que se arrepende de ter usado uma camisa com a bandeira americana no passado, chegando a afirmar que se fosse hoje usaria uma com o Che Guevara.

Ontem, sua casa no Itanhangá foi assaltada por bandidos armados, que lhe fizeram de refém enquanto sua filha dormia logo ao lado. Lamento o que você passou, pois deve ser, sem dúvida, uma experiência traumática. Nossa casa é nosso castelo, e se sentir inseguro nela é terrível, especialmente quando temos filhos menores morando com a gente. A sensação de impotência é avassaladora, e muitos chegam a decidir se mudar do país após experiências deste tipo.

O que eu gostaria, entretanto, é que você fosse capaz de fazer uma limonada desse limão, ou seja, que pudesse extrair lições importantes desse trauma que ajudassem a transformá-la em uma pessoa melhor, mais consciente dos reais problemas que nosso país enfrenta. Se isso acontecesse, então aquelas horas de profunda angústia não seriam em vão.

Como você talvez saiba, sou o autor do livro Esquerda Caviar, que fala exatamente de pessoas com seu perfil (aproveito para lhe oferecer um exemplar autografado, se assim desejar). Artistas e “intelectuais” ricos, que vivem no conforto que só o capitalismo pode oferecer, protegidos pela polícia “fascista”, mas que adoram pregar o socialismo, a tirania cubana ou tratar bandidos como vítimas da sociedade: eis o alvo da obra.

Essa campanha ideológica feita por esses artistas famosos acaba tendo influência em nossa cultura, pois, para o bem ou para o mal (quase sempre para o mal), atores e atrizes são formadores de opinião por aqui. Quando um Sean Penn, por exemplo, abraça o tiranete Maduro na Venezuela, ele empresta sua fama a um regime nefasto, ignorando todo o sofrimento do povo venezuelano. Isso é algo abjeto.

No Brasil, vários artistas de esquerda têm elogiado ditaduras socialistas, atacado a polícia, o capitalismo, as empresas que buscam lucrar mais de forma totalmente legítima, etc. Muitos chegaram a enaltecer os vagabundos mascarados dos black blocs, cuja ação já resultou na morte de um cinegrafista.

Pois bem: a impunidade é o maior convite ao crime que existe. Quando vocês tratam bandidos como vítimas da sociedade, como se fossem autômatos incapazes de escolher entre o certo e o errado, como se pobreza por si só levasse alguém a praticar uma invasão dessas que você sofreu, vocês incentivam o crime!

Pense nisso, Letícia. Gostaria de perguntar uma coisa: quando você se viu ali, impotente, com sua propriedade privada invadida, com armas apontadas para a sua cabeça, você realmente acreditou que estava diante de pobres vítimas da “sociedade”, coitadinhos sem oportunidade diferente na vida? Ou você torceu para que fossem presos e punidos por escolherem agir de forma tão covarde contra uma mãe e uma filha em sua própria casa?

Che Guevara, que você parece idolatrar por falta de conhecimento, achava que era absolutamente justo invadir propriedades como a sua. Afinal, o socialismo é isso: tirar dos que têm mais para dar aos que têm menos, como se riqueza fosse jogo de soma zero e fruto da exploração dos mais pobres. Você se enxerga como uma exploradora? Ou acha que sua bela casa é uma conquista legítima por ter trabalhado em várias novelas e levado diversão voluntária aos consumidores?

Nunca é tarde para aprender, para tomar a decisão correta. Por isso, Letícia, faço votos para que esse desespero que você deve ter sentido ontem se transforme em um chamado para uma mudança. Abandone a esquerda caviar, pois ela não presta, é hipócrita, e chega a ser cúmplice desse tipo de crime que você foi vítima. Saia das sombras do socialismo e passe a defender a propriedade privada, o império das leis, o fim da impunidade e o combate ao crime, nobre missão da polícia tão demonizada por seus colegas.

Te espero do lado de cá, o lado daqueles que não desejam apenas posar como “altruístas” com base em discurso hipócrita e sensacionalista, daqueles que focam mais nos resultados concretos das ideias do que no regozijo pessoal com as aparências de revolucionário engajado. Será bem-vinda, como tantos outros que já acordaram e tiveram a coragem de reconhecer o enorme equívoco das lutas passadas em prol do socialismo.

Um abraço,

Rodrigo Constantino

Obs: um PS foi escrito após tanta repercussão.

Publicado por: Veja


O impeachment da Dilma

O  impeachment, na minha visão, funciona como o botão que se aperta para dar  descarga na privada. Você já fez o que precisava ser feito e não precisa  mais olhar os seus dejetos, misturados ao papel higiênico usado. E se tudo  ainda não for pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o  botão de novo. Simples, o .

Hoje, milhões de brasileiros apertaram o botão que deveria fazer sumir essa  bosta de governo petista. Há um misto de repugnância e exasperação nas  pessoas. Digamos – para continuar com a imagem escatológica – que estamos  sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em  espasmos. Nossos intestinos estão cheios, empanturrados com fatos e verdades  não só sobre as mazelas do Planalto. Mas o Congresso…meu Deus, três  bandidos condenados na Comissão de Justiça? O Renan, julgado corrupto,  decidindo o que serve para nós, povo brasileiro?

Os congressistas, deputados  federais, a maioria sendo processada por “malfeitos”, para usar a  expressão do FHC? Seriam eles o nosso  purgante salvador? Nem pensar. Mais da metade desses indivíduos nem  eleitos foram. Eram vice, pagaram as despesas de campanha, o titular se  retirou para alguma “boca” combinada previamente e o agora premiado  senador senta sua bunda na cadeira para fazer negócios. Concorrência  pública?…quem dá mais comissão leva. Esses caras exageraram, canalhas  contumazes, viciados por anos e anos de impunidade.

Eles tem alçadas de  poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras – e agora preparam seus  filhotes para lhes suceder na boca rica. O nepotismo corre solto. Não há o  que se esperar deles, não virá de lá nenhuma atitude cívica – como votar o  impeachment da Dilma. Pois eles também deveriam ser “impichados”.  Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra  como um vulgar balcão de negócios e interesses. A Petrobrás, o BNDES, as  estatais…tudo aparelhado pelo Lula e  sua quadrilha.

A Dilma preside esse lupanar (palavra antiga, puteiro  seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a  cumplicidade de seus 39 (trinta e nove) ministros. Nem vou listar os  despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou bóia-fria sabe de cor que  aquela senhora Dilma extrapolou. Ela, no passado, conseguiu até falir uma  lojinha de badulaques chineses, seu maior empreendimento até ser guindada a  ministra pelo pior dos brasileiros vivos, essa desgraça chamada Lula.

Então é  o seguinte: hoje, as manifestações apertaram o botão da privada,  coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Mas lá  dentro da privada a merda rodou, rodou –  e não foi embora. Falta um balde de água. Falta uma mudança  total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa  quadrilha do PT, incrustada no poder. Falta o impeachment da Dilma. Quem será  essa pessoa que vai salvar os restos deste país?

Publicado por : Resumo Online


O governo que lesa e mata os brasileiros

João Bosco Leal

Arena da Amazonia 01O futebol nunca me atraiu, mas as notícias que tenho lido sobre os investimentos que estão sendo realizados nos estádios do Brasil para a realização da Copa do Mundo de Futebol de 2014 chamam minha atenção.

A segunda Copa realizada nos gramados do país – a primeira foi em 1950 – dará, aos torcedores brasileiros, a oportunidade de assistir ao principal torneio da modalidade esportiva mais praticada no mundo em uma cidade próxima ou mesmo na sua.

Entretanto, para que isso ocorra, o governo do PT – que assumiu esse compromisso ainda quando Lula era o presidente -, está investindo bilhões de reais na reforma dos estádios já existentes e na construção de novos, onde os jogos ocorrerão, alegando que este é um bom investimento, pois em todos os países onde ela ocorreu aumentou significativamente o número de turistas, o PIB e a geração de empregos.

Não é bem assim: em 1994, sem investir um só centavo nos estádios que já estavam todos prontos, os EUA aumentaram seu PIB em 1,4%, enquanto o Japão teve um decréscimo de 0,3% quando as disputas se deram naquele país. Em 2002, a Coréia do Sul contava com a geração de 500.000 novos postos de trabalho e em 2006 a Alemanha esperava a criação de 100.000 empregos a mais, mas só 50% deles realmente foram contabilizados nos dois países.

Os estudos iniciais do governo eram de um investimento estatal total R$ 7,5 bilhões em infraestrutura – estádios, aeroportos e mobilidade urbana – para a realização da mesma no país, mas em junho de 2013 o mesmo já admitia gastos de R$ 7,6 bilhões somente nos estádios, R$ 8,4 bilhões nos aeroportos, R$ 8,9 bilhões em mobilidade urbana e mais R$ 3,2 bilhões em segurança, portos e telecomunicações, totalizando R$ 28,1 bilhões investidos somente nestas áreas.

A presidente Dilma e seu ministro Guido Mantega, alegam que não há dinheiro do governo federal nos estádios de futebol, mas somente empréstimos subsidiados do BNDES e renúncias fiscais, chamando assim de imbecis todos os brasileiros, pois, afinal, de quem é o BNDES e quem perde com renúncias fiscais?

O Tesouro Nacional repassou mais R$ 24 bilhões ao BNDES no final de 2013, totalizando, nos últimos quatro anos, mais de R$ 300 bilhões injetados no banco de fomento do governo brasileiro, que além dos campos de futebol, atualmente financia a construção de portos e aeroportos em Cuba e diversas outras obras no exterior, concentradas principalmente em projetos de infraestrutura na América Latina e na África.

São obras de hidrelétricas, aquedutos, gasodutos, operações de transporte, metrôs, rodovias, ferrovias, parques eólicos. “É um conjunto bastante diversificado”, declara a superintendente da Área de Comércio Exterior do banco, Luciene Machado.

A quem interessa investirmos na infraestrutura de outros países, se nossas estradas estão intransitáveis, com buracos, sem acostamentos, com pouca ou nenhuma sinalização, com falta de duplicações nos trechos de maior movimento e que por isso matam milhares de brasileiros todos os anos e a saúde, educação e segurança pública do país estarem na situação em que se encontram?

Que governo é este que achaca os brasileiros para dar a outros povos, investir em outros países, enquanto o Brasil carece de investimentos em todas as áreas de responsabilidade estatal?

A infraestrutura rodoviária, de portos e de geração de energia brasileira – em sua grande maioria construída durante os governos militares -, hoje apontadas como os grandes gargalos para o crescimento do país, está sendo privatizada porque o governo não possui recursos sequer para conservá-las, mas consegue financiar para o governo de Cuba, a construção do maior porto da América Latina.

De que adianta sediarmos a Copa do Mundo se nosso povo continuará carente de transporte, segurança, educação e saúde condizente com o que paga em tributos?

Para investir em outros países, o governo do PT lesa e mata os brasileiros.

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Não têm vergonha na cara

Emerson Ribeiro

Corruptos 02O presidente recém eleito do PT disse, com a cara mais lavada do mundo em reunião oficial, que: “ninguém pode se arvorar de querer nos ensinar lição de ética”. Homem sem vergonha, com o cargo adequado, a presidência da agremiação corrupta antinacional, travestida de partido político.

O negócio é bem ao contrário. Qualquer petista que tivesse alguma hombridade (coisa rara) deveria, como se diz, “evitar falar de corda em casa de enforcado”. Ética, exatamente o que não há entre eles, hombridade, respeito ao Estado Brasileiro, ao Povo Brasileiro. Mas a religião dessa gente é o descaramento absoluto, a mentira, a crença frenética na propaganda. Patifes. O outro vagabundo, o operário que nunca trabalhou mas é citado entre os dez homens mais ricos do Brasil, disse: “nunca um partido pulitko foi tão mau falado nexte paíf”. Eu o interromperia dizendo: pois nunca um partido político esteve tão claramente envolvido em roubalheira, assassinato, corrupção, favorecimento ao tráfico de armas e drogas, organização “policriminosa”.

Em outro artigo de poucas semanas atrás, classifiquei-os de psicóticos, dementes “gramscianos”, etc. Na realidade não são socialistas, não são psicóticos. São malfeitores acostumados com a vida ao largo da lei, mas como autoridades em nosso infelicitado País, eles até fazem leis.

O arcabouço legal de 1988 veio animado de graves preocupações democráticas, fraternistas, numa espécie de ressaca dos tempos difíceis. Mas a constituição não contava com a possibilidade de marginais assomarem ao poder valendo-se daquelas boas intenções, assim burladas com as ferramentas do cinismo, da prestidigitação política, do fisiologismo populista, do crime e a perfídia.

Há gente que não pensa assim. Há gente que vota nos candidatos do PT, que se filia no partido. O tecido social brasileiro nunca esteve tão podre e dividido como agora. Esse partido está levando o Brasil progressivamente para os caminhos mais errados da história contemporânea, esdrúxulos e antinaturais, sobejamente testados e reprovados no século passado. Estamos entrando num tipo de “apartheid” muito mais grave do que o da África do Sul dos anos 80. Se os derrotarmos nas próximas eleições teremos de trabalhar muito, talvez uns trinta anos para limpar o lixo que domina os cargos públicos e a mente de milhões de brasileiros. É preciso estimular discussões sobre isso.

Você, leitor, tem idéia do que essa gente está fazendo? Você vota no PT? Pois se você tem dignidade, família, acredita no trabalho e na Pátria, na boa conduta, mude, vote em outro partido. Qual?

Qualquer um que não faça aliança com eles. Existe muita farinha no mesmo saco, preste atenção. Não há nem jamais houve no Brasil nenhum partido político que tivesse reconhecimento ou exemplo de honestidade. Mas há um nitidamente identificado, tematicamente ligado com corrupção, para falar somente do mais brando de seus crimes. Fazer uma relação das sujidades que caracterizam esse partido político é alongar demais o texto.

Emerson Ribeiro – médico em Sinop, MT    emejdr@hotmail.com

Publicado por:  Só Notícias