Gratitude

João Bosco Leal  

GratitudeAtravés de uma rede social recebi um vídeo em que, enquanto transmitido, ouve-se um texto de Louie Schwartzberg, chamado Gratitude. Nele, Louis – como também é conhecido -, trata de milhares de maravilhas do universo que diariamente estão à nossa volta e que, exatamente por serem frequentes, sequer são notadas.

Lembra que cada dia que nos é dado não é somente mais um dia, que o “hoje” é único, um presente dado a você – para que o viva neste exato momento – e a única reação apropriada seria o agradecimento, o que praticamente nunca fazemos.

O amanhecer com sol, nuvens, chuvoso, frio ou quente, só nos interessa pela temperatura, para saber quais roupas teremos de utilizar, se devemos nos agasalhar ou não, mas raramente chama a atenção por sua beleza única, que com a mesma intensidade de cores, posição do sol ou das nuvens, certamente jamais se repetirá.

Há muito poucos anos, diante de um grupo de pessoas onde estava, comentei ser uma pena não haver trazido uma máquina fotográfica para poder, naquele momento, fotografar a beleza de uma flor que via e a reação de uma pessoa que me ouviu, foi dizer que fotografar flores era “coisa de viado”. Essa parece ser uma reação normal, pois as pessoas até se assustam quando alguém enxerga o que elas só viram e, normalmente, são necessárias décadas de vida e amadurecimento, para que alguém – se aprender – enxergue e não somente veja o que está ao seu lado.

Ouvindo a mensagem transmitida enquanto via o vídeo, percebi que residindo em um prédio que proporciona a visão de uma paisagem maravilhosa, raramente me coloco a observá-la e muito menos os detalhes por ela proporcionados, como o de um casal de araras – por mim já fotografado – que toda manhã fazia barulho nas folhagens de um buriti localizado na mesma quadra, agora expulso dali pelo proprietário da casa, que cortou a árvore onde ficavam.

Pensei em quantas pessoas ao redor do mundo jamais tiveram a oportunidade de ver a paisagem do alto de um prédio, ou sequer viram um prédio, entraram em um elevador, coisas corriqueiras que sequer percebemos que fazemos.  Que em nosso próprio país, milhares nascem, crescem, vivem e morrem, sem sequer terem ido a um grande centro populacional ou visto o mar.

O texto fala da simplicidade com que abrimos uma torneira e a água tratada, potável, escorre por ela, enquanto milhões de pessoas jamais viram água encanada, passam sede ou vão buscar água a quilômetros de distância, na mesma poça onde bebem, urinam e evacuam todos os animais da região.

Enquanto existem países com enormes regiões desérticas, apesar de em nosso país termos algumas áreas com menos água, possuímos rios enormes como o Amazonas, São Francisco, Paraná, Paranapanema e tantos outros, além de enormes regiões alagadas como o Pantanal do Mato Grosso do Sul e, em nosso subsolo, o fantástico Aquífero Guarani.

Assim, penso que realmente devemos passar a observar mais os detalhes à nossa volta, deixar que as maravilhas que nos circundam cumpram o seu papel principal, de nos fazer enxergar o quanto somos felizes.

Sempre que passar por alguma dificuldade, olhe para os lados e agradeça, pois milhões jamais tiveram ou terão o que possui.

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O tempo

João Bosco Leal

O tempo 01.jpegO tempo 09Durante toda a vida, nas mais diversas áreas, nos envolvemos em situações extremamente distintas, diante das quais, depois de algum tempo, muito provavelmente não teríamos nos comportado da mesma maneira. Isso é o aprendizado, crescimento, e feliz é aquele que, quando necessário, se arrepende, muda de opinião e segue por novos caminhos.

Situações constrangedoras, que em algum momento nos encabularam, dias depois normalmente passam a ser divertidas, provocando risos em nós mesmos. Outras, que nos provocam algum tipo de tensão, ou mesmo de ira, após algum tempo deixam de ter importância.

Pessoas que de uma forma ou outra nos magoaram, muitas vezes não o fizeram com essa intenção e o tempo se encarrega de nos fazer esquecer as que foram provocadas propositadamente.

Só o tempo é capaz de, um dia, nos fazer entender que ele jamais foi nosso inimigo, mas nosso maior mestre, mostrando-nos a importância de cada sorriso, cumprimento, abraço ou carinho e também a das pedras encontradas em nosso caminho, algumas das quais pudemos nos desviar e das outras, que nos derrubaram.

Ele nos ensina a observar, aprender com as experiências alheias, dispensando-nos de passar pelas já vividas por outros, facilitando, assim, nosso crescimento em todos os campos e mostrando que os problemas sempre existiram e existirão, mas que a fuga nunca foi ou será uma saída apropriada ou digna.

Com ele aprendemos a aceitar e não gastarmos mais energia com algo que já não pode ser mudado e também, que quando se ama verdadeiramente, não se deve pedir, reivindicar ou exigir o mesmo, mas sim oferecer nosso amor, que poderá ser ou não aceito pela pessoa amada.

O nascimento em lares mais privilegiados, social, cultural ou economicamente não determina o futuro das pessoas, pois em muitas ocasiões essas posições se invertem com o tempo, seja pelo esforço individual de uns, sua capacidade produtiva, administrativa, ou pela falta destas em outros.

O tempo, em qualquer setor, só é útil para quem o aproveita, mas dá a todos, inclusive para os que caíram e sofreram ou aos que chegam à conclusão que o perderam, a oportunidade do amadurecimento, do aprendizado constante.

Ele diariamente mostra aos mestres que, quando ensinam, estão sempre aprendendo e aos avós – antes enérgicos com seus filhos -, que hoje só devem brincar com seus netos.

Ensina que toda escolha gera uma consequência, que as mentiras fazem estragos bem maiores que os provocados pela sinceridade, que o silêncio é a maneira mais inteligente de não se desgastar desnecessariamente e que não há juiz mais justo – e também severo -, que o tempo.

Comprova que todos os acontecimentos vividos, que deram prazer ou dores, quando se errou ou acertou, foram importantes para o aprendizado, o amadurecimento, lições que proporcionaram maior experiência e provavelmente, possibilitarão a diminuição dos erros nos próximos passos.

O tempo caminha sempre ao nosso lado e lentamente vai ensinando tudo o que realmente vale a pena.

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Lula foge dos repórteres pela lavanderia de hotel na Espanha

Lula Fugindo de Jornalistas na EspanhaSob o titulo “É triste ver Lula fugindo da imprensa e usando até a lavanderia do hotel para se livrar dos repórteres”, o jornalista Carlos Newton fala da fuga do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva pelos fundos de uma lavanderia de um hotel em Barcelona, na Espanha, para não ter de enfrentar os jornalistas e falar sobre os escândalos envolvendo seu nome aqui no Brasil.

Por Carlos Newton

O ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva tinha tudo para ser considerado um dos mais notáveis personagens da História. Sua trajetória só tinha alguma semelhança com a carreira de Lech Walesa, o eletricista que criou o Sindicato Solidariedade, chegou a ser presidente da Polônia e até ganhou o Prêmio Nobel da Paz.

“Vou sair pelos fundos, Dilma…”

A vida de Lula foi muito mais sofrida e ele praticamente não teve instrução. Mesmo assim, foi em frente e espantou o mundo, ao se tornar presidente de um dos países mais importantes, o quinto em extensão territorial, com a sexta maior população do planeta, e que na época era a sétima economia, hoje já é sexta.

Homenageado nas principais universidades dos países desenvolvidos, ninguém jamais ganhou tantos títulos de doutor honoris causa sem ter lido um só livro, era um espanto. E Lula se saiu bem no governo, o país cresceu, a pobreza diminuiu, houve avanços inquestionáveis e ele foi reeleito e elegeu a sucessora.

Mas o sucesso subiu-lhe à cabeça, o comportamento megalomaníaco começou a demolir sua imagem. Se tivesse uma postura mais austera, como Nelson Mandela, a História lhe faria justiça, mas passou a se meter no governo de Dilma Rousseff, como se ainda estivesse no poder. Ao mesmo tempo, comportava-se como um vulgar novo rico, foi virando uma figura caricata. E seus podres começaram a aparecer.

Cena constrangedora

Agora, é muito triste saber que o um político como o ex-presidente Lula se viu obrigado a fugir da imprensa durante um dia inteiro, em Barcelona, e até usar os corredores da lavanderia do hotel para não ter de enfrentar os repórteres.

“Não falo sobre mentiras” ou “Pergunta para ele”. Até agora essas foram as únicas respostas dadas por Lula, ao ser procurado por jornalistas em Paris e Barcelona. Aquele político – loquaz e até boquirroto – de repente deu lugar a um homem taciturno e inabordável. É um sinal dos tempos, que muda tudo, transforma as pessoas e as situações. Ficam valendo apenas as circunstâncias, como ensinava Ortega Y Gasset.

E as atuais circunstâncias, levantadas pelos jornalistas, são factuais. Eles apenas querem saber se Lula continua acreditando que Marcos Valério estava mentindo, depois de o empresário e operador do mensalão afirmar ter entregado provas ao Ministério Público que mostrariam o envolvimento do ex-presidente nos episódios denunciados.

Os repórteres foram discretos e nem chegaram a perguntar sobre a companheira Rosemary Noronha, a quem ele presenteou com a criação do Gabinete da Presidência da República em São Paulo, deu emprego à família dela (uma filha, o ex-marido e o atual) e nomeou quem Rose indicava, tivesse ou não bons antecedentes. Os jornalistas nem chegaram a perguntar sobre as 24 viagens internacionais que fez junto à companheira Rose, na ausência da primeira-dama, por coincidência, é claro.

Em meio a essa situação e às circunstâncias, até faz sentido Lula passar pela lavanderia.  Ninguém mais do que ele precisa limpar tanto sua imagem, e o mais rápido possível.

Publicado por:  The Brazilian Post


Aos governantes do PT

João Bosco Leal

Aos governantes do PTDizer que nosso país está um caos é redundante, mas penso que realmente precisamos discutir o que está ocorrendo, como chegamos aqui e para onde estamos caminhando.

Um governo como o do Partido dos Trabalhadores, com uma máquina administrativa tão inchada que possui 39 ministros para 24 ministérios e, mesmo assim, o país que governa encontra-se praticamente destruído em todas as áreas, não pode ser considerado eficiente e nem mesmo levado a sério (pastas como a Casa Civil e o Banco Central, que na prática são órgãos auxiliares, mas cujos titulares têm status de primeiro escalão, provocam a diferença entre os dois números).

O governo que aí está foi capaz de – com empregos para apadrinhados políticos, retenção artificial de preços, aquisições ou construções superfaturadas – fazer desmoronar uma das maiores empresas do mundo, a Petrobrás, que por décadas foi o orgulho de todos os brasileiros. Também em nome de controlar a inflação, manipulou o preço da energia de tal maneira que as empresas do setor estão sendo “socorridas” com bilhões de reais por mês, para também não falirem.

Por ordem do governo, os departamentos de crédito do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal não avaliam, como qualquer outro banco, os riscos de empréstimos quando os mesmos se destinam a tomadores das classes C e D e, como consequência, claro, o risco passa a ser do contribuinte brasileiro que, mais uma vez, certamente será chamado a cobrir os rombos provocados nos patrimônios da União, mas isso, sem dúvida, após as eleições.

Nossas lideranças políticas cometem tantos erros e declaram tantas bobagens que, internacionalmente, é comum serem motivos de chacotas, como a atualmente realizada por jornalistas europeus de que, se Lula cumprisse sua promessa de atravessar o oceano a nado caso o Brasil perdesse a copa, causaria indigestão nos tubarões, ou rirem da declaração de Dilma de que o Brasil faria a “Copa das Copas”.

Nossa presidente, que criticou a política econômica da chanceler alemã Angela Merkel, dizendo que ela provocava um “tsunami monetário”, ouviu como resposta: “Essa senhora vem à Alemanha nos dizer o que temos que fazer? Ora, a Alemanha vai bem, obrigado, apesar de tudo. Mas eu vou aproveitar para dar um conselho a ela… antes de vir aqui reclamar das nossas políticas econômicas, por que ela não diminui os gastos do governo dela e diminui os juros que são exorbitantes no Brasil? Se eu posso emprestar dinheiro a juros baixos e o meu povo pode ganhar juros absurdos lá no país dela, não vou ser eu que direi ao meu povo para não fazer isso. Ela que torne a especulação no país dela menos atraente”. 

As últimas duas bobagens foram uma nota do governo brasileiro, que classificou como “inaceitável” a escalada desproporcional da ofensiva militar sobre Gaza e a declaração do assessor especial do governo para assuntos internacionais, “chanceler” Marco Aurélio Top Top Garcia, de que Israel estaria cometendo um genocídio na Faixa de Gaza.  Em resposta, Yigal Palmor, porta-voz da diplomacia israelense disse que, apesar de ser a 7ª economia do mundo, o Brasil era “irrelevante” em termos políticos, um anão diplomático e que “desproporcional” é uma derrota por 7 a 1 no futebol.

Tentando diminuir a besteira dita por Top Top Garcia, a presidente Dilma, em sabatina da Folha de São Paulo disse: “Na Faixa de Gaza está havendo um massacre, uma ação desproporcional, não um genocídio”. Claro que não se pode concordar com a matança que vem ocorrendo na Faixa de Gaza, tragédia decorrente do radicalismo que separa os líderes do Hamas e de Israel, mas é preciso cuidado para tratar de assunto tão delicado.

O Brasil não pode opinar sobre o conflito entre árabes e judeus ao mesmo tempo em que se cala diante do abate – com um míssil russo do “companheiro” Vladimir Putin -, de um avião na Ucrânia, que matou 298 civis de vários países do mundo; nada diz sobre todos os crimes cometidos pelos irmãos Castro, em Cuba; apoia Hugo Chávez e Nicolás Maduro na Venezuela – que levaram seu país a uma destruição total de sua economia e a uma radical ditadura socialista -, ou silencia sobre a destruição econômica, a censura e a perseguição política dos oponentes, promovidas por Cristina Kirchner e Evo Morales na Argentina e na Bolívia.

A política externa brasileira nos governos do PT, além de ser “irrelevante”, insignificante, têm sido a de apoiar os “companheiros” socialistas, marxistas, castristas ou bolivarianos, e de clara oposição aos países democratas e capitalistas.

Esquecem-se nossos governantes de que todos esses países não são economicamente fortes e que, para construirmos escolas, hospitais, rodovias, portos, geradoras de energia e tudo o que o país precisa para se desenvolver, só há uma saída: vender o que produzimos para quem pode comprar e, claro, não será para os países governados por estes “companheiros” que venderemos, pois além de possuírem economias muito pequenas ou falidas, não possuem sequer quantidade suficiente de consumidores para nossa produção.

“Senhores governantes do PT, antes de sequer olhar para a casa do vizinho, cuidem da sua”.

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O perfil psicológico da maioria dos esquerdopatas

Edson F. Nascimento*

Brasil contra o comunismoESQUERDOPATAS:

Depois de 55 anos de vida, enquanto psiquiatra, parei para refletir sobre o perfil psicológico da imensa maioria dos esquerdopatas.

Fiz um curso de História numa faculdade daqui do subúrbio e essa fauna se proliferava como vermes no estrume, repetindo palavras de ordem, dispostos a disseminar o paraíso terrestre arquitetado por Fidel Castro e Mao Tsé-Tung. Não tive lá muita culpa, a não ser a idiotice natural da juventude (por isso Nelson Rodrigues aconselhava aos jovens: “envelheçam!”), conforme a moda daquela época, sem ter lido Ortega Y Gasset, Ludwig von Mises ou Olavo de Carvalho.

O PERFIL PSICOLÓGICO DE ESQUERDISTAS :

Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra “ser alguém na vida”. Como são preguiçosos, SEM DISCIPLINA e folgados; precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem e se fazerem passar por coisas que NÃO SÃO: pensam ser! FINGIR QUE É CULTO, “engajado”, e “crítico”, o que rende pontos.

Assim, prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História.

Então, começam sua carreira de charlatanismo.

Alguns pouquíssimos estão em cursos como Direito, Medicina, Engenharia; mas, como não são chegados a estudar, terminam por trancar a matrícula ou mudam de Curso.

E, muito dificilmente, se enturmam quando tentam esses Cursos acima e assemelhados.

Ali, na universidade, encontram todas as FERRAMENTAS: professores barbudinhos, livros de esquerda, palestras com “doutores” no assunto; e até o assédio de políticos “guerreiros” do PT, do PC do B et caterva.

É claro que não estudam nada! Vivem o tempo todo no DCE, ligam-se à UNE, deitados no chão,passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro e CABELOS ENSEBADOS.

Alguns começam a se INFILTRAR NOS SINDICATOS E NAS REUNIÕES DOS SEM-TERRA. Já começam a se achar revolucionários e reserva intelectual das massas proletárias exploradas; e também das causas revolucionárias.

Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes.

Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse TIPO DE GENTE. Começam a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando Engenharia, Direito, Medicina ou administração como pobres coitadosque não tiveram a chance da “ILUMINAÇÃO”.

COMO NÃO TRABALHAM e vivem apenas da mesada, estão sempre sem grana.

Aí começa a brotar a INVEJA, o ÓDIO de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular.

Estes, são os chamados “porcos capitalistas” ou “burgueses reacionários”!

Começam uma fase ainda mais ALOPRADA da vidaquando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase, já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, admiram Cuba e, muitos deles, apoiam o Irã e NÃO ACREDITAM NO HOLOCAUSTO JUDEU!

Fingem esquecer do episódio do Muro de Berlim e da queda do comunismo na antiga União soviética.

Não usam mais desodorante;e a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um MacDonald’s totalmente destruído.

Mas, é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. COMO SÃO INCOMPETENTES pra quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e como sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, POR SEREM ARROGANTES o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas.
QUEREM, no fundo, a coisa que todo esquerdista (ESQUERDOPATA!) mais deseja, mesmo que de forma sublimada: UM EMPREGO PÚBLICO!

Mas, aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso! É PRECISO ESTUDAR(argh!).

Por isso, SONHAM com a “revolução” proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma TRIBO!

Consequentemente, ocuparão, POR INDICAÇÃO, UM CARGO COMISSIONADO EM ALGUMA REPARTIÇÃO QUALQUER , onde ganharão um bom salário para poder aplicar seus “vastos e necessários conhecimentos” adquiridos durante anos na luta pela derrubada do SISTEMA CAPITALISTA imundo.

NESSA FASE, mudam e se contradizem: cortarão o cabelo, usarão terno, passarão a apreciar bons vinhos e restaurantes.

E, dependendo do cargo que ocuparão, terão até motorista particular !

E, SEM DÓ, ENFIARÃO A MÃO no dinheiro dos cofres da NAÇÃO!!!

Claro, que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores.

“A minha bandeira tem branco, azul, verde e amarelo. A minha bandeira não tem vermelho, não tem foice e nem martelo.”

* Edson F. Nascimento – Psiquiatra e Psicoterapeuta

Publicado por: Em Direita Brasil


A Metamorfose(?) do Exército Brasileiro

Gen. Valmir Fonseca Azevedo Pereira*

General Valmir Fonseca 01Ultimamente, corre nos bastidores que o Exército de hoje metamorfoseou – se, adotando novos parâmetros ou abandonando seus antigos e ultrapassados padrões.

Afirmam os maldosos boateiros que o silêncio das atuais autoridades militares é a confirmação do fato.

Divulgam, ainda, que o intenso uso das Forças Armadas em Operações Tipo – Polícia e nada mais do que isto, além da construção de obras de engenharia, como estradas, ferrovias e aeroportos, serão a sua principal e única serventia para o governo comunista.

Ressaltam também, que o ensino nas casernas está sendo devidamente orientado para a nova missão das instituições militares, que inoculada nos novos militares deverá criar uma mentalidade favorável aos atuais governantes e às suas ideologias.

Antigos procedimentos como o impedir o ingresso de homossexuais será sepultado, segundo a nova visão, e a desculpa da necessidade da construção de banheiros para os homens, e atualmente para as mulheres que de há muito estão incorporadas, e pela construção dos banheiros só para os homossexuais, o que impediria que as pobres bichas ficassem de olho nas partes genitais de seus companheiros do sexo masculino.

A metamorfose teve início há décadas, mas tornou – se explícita quando o desgoverno proibiu que a Instituição comemorasse datas históricas, como a Intentona Comunista de 1935 e a Contrarrevolução de 31 de Março de 1964.

Além disso, para atemorizar, desencadeou, sem que houvesse qualquer reação, a Comissão da Verdade.  Era o aproveitamento do êxito obtido pela lei de indenização dos heróis subversivos.

Dizem os entendidos que quando as instituições militares fecharam as suas portas aos apelos dos antigos agentes da repressão, na maioria elogiados e laureados com medalhas pelos seus serviços durante o combate aos terroristas e subversivos, praticamente estava sacramentada a transmutação.

Outros fatos funestos, como a inauguração da desmoralizante placa na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), como a comprovação de que aquela vetusta escola militar era antro de torturas e outras ignomínias.

Embora, a transformação tenha ocorrido ao longo de décadas, muitos juram que hoje ela é um fato inquestionável, haja vista as declarações da nova Presidente do Superior Tribunal Militar (STM), favorável à inclusão de homossexuais e de outras medidas sempre deploradas pelos antigos militares, mas que de acordo com as autoridades, entre elas o ministro da defesa, como afirmou em recente entrevista, hoje temos um novo Exército, e, portanto de mentalidade diferente, e até oposta aos seus antigos e rançosos parâmetros.

Durante o nosso périplo na caserna tivemos a oportunidade de debruçar – nos sobre as qualidades que deveriam sublinhar o caráter dos militares, estudamos e pesquisamos os Valores Militares, definidos no Vade – Mécum de Cerimonial Militar do Exército – Valores, Deveres e Ética Militares – VM 10, e que foram definidos pela Instituição como básicos para a formação das virtudes de seus integrantes.

Entendemos que para promover a transformação na mente dos novos membros seria preciso que aqueles parâmetros, responsáveis pela identidade da Instituição, fossem deturpados ou extirpados.

Em nossa inabalável opinião, os valores que edificaram a nossa Instituição possuem uma grandeza que foi capaz de forjar seus alicerces de forma permanente, pois foram consolidados nos séculos de sua formação, com heróis e ícones de honorabilidade imbatível e, portanto, não seria por ação solerte de uma canalha sem escrúpulos e de fugaz duração, que estaria abalada uma Instituição construída sobre valores que são inexoráveis.

Certamente, apesar do silêncio regulamentar imposto aos militares da Ativa, os militares da Reserva possuem a convicção de que os que labutam na Ativa possuem como eles o mesmo inabalável AMOR À PROFISSÃO, o arraigado PATRIOTISMO, o orgulhoso CIVISMO, o inquebrantável ESPÍRITO DE CORPO, o permanente APRIMORAMENTO TÉCNICO – PROFISSIONAL e a inquebrantável FÉ NA MISSÃO DO EXÉRCITO, para os leigos, os imutáveis Valores Militares.

Brasília, DF, 25 de julho de 2014

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

Publicado por:  Recebido d auto por e-mail


O que importa

João Bosco Leal

Escrevendo 21Entre as fantásticas obras escritas por Fernando Pessoa uma das frases que mais gosto é: “Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto”.  

Em determinado período de minha vida comecei a escrever sobre um assunto específico – o direito de propriedade -, que me interessava ideologicamente e ao qual me dedicava, em função de um cargo que ocupava.

Há alguns anos, porém, tenho escrito a respeito do que penso ou sinto sobre os mais variados assuntos. Essa mudança ocorreu principalmente após um acidente, que me levou à cama por praticamente dois anos e então, tinha tempo de sobra para refletir sobre minha vida e as pessoas que me cercavam.

Como poli traumatizado, por diversas vezes fui questionado sobre as dores dos ferimentos, mas elas sempre foram muito menores daquelas sentidas pelas descobertas que realizava com minhas observações e pensamentos.

Quando comecei a escrever, os comentários das pessoas eram realmente intrigantes, como o de um conhecido, que ao saber que havia escrito o texto “O homossexualismo na sociedade brasileira” me questionou: “Uai João, mas você entende sobre esse assunto?”.  

Explicar para uma pessoa que meu texto tratava do comportamento social de forma histórica, no decorrer de séculos, narrando inclusive trechos bíblicos, criaria situações até constrangedoras, pois para algumas pessoas, é difícil entender que foi por meio da história, da literatura universal e das observações que possuímos todo o conhecimento hoje existente.

Mesmo antes da invenção da escrita, o conhecimento adquirido através das observações foi passado por gerações, mas a com a escrita tudo ficou mais fácil. Ela não transmite apenas conhecimentos. Pode transmitir muitas outras coisas, como os sentimentos e é nesse campo que muitos se realizam, pois escrevendo, conseguem expressar melhor o que pensam ou sentem.

Com as novas tecnologias da comunicação, abriram-se espaços inimagináveis uma década atrás. Atualmente, qualquer um pode escrever o que pensa sobre qualquer assunto e em segundos poderá estar sendo lido e debatido em outro continente.

Quem gosta de escrever e hoje utiliza a internet, há alguns anos não imaginava que poderia, em segundos, transmitir a tantas pessoas, o que pensa ideologicamente ou o que sente em relação aos amigos, filhos, netos, um relacionamento, uma paixão ou um amor.

“Escrever é fácil, você começa com maiúscula e termina com ponto. No meio, você coloca ideias”, escreveu Pablo Neruda.

“Buscamos, no outro, não a sabedoria do conselho, mas o silêncio da escuta”… “Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha”… “Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa”…, escreveu Rubem Alves. 

Consciente de que, mesmo com um texto transmitindo eletronicamente para milhões de pessoas, muito poucas terão interesse no que foi escrito, escrevo simplesmente porque escrevendo me sinto bem.

A importância do que escrevo pouco importa. O que importa é escrever sobre o pouco que importa.

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Homo Sapiens?

João Bosco Leal

Copa - Angela Merkel e o Gol 01Em um jornal desta semana, li que o comentarista esportivo Galvão Bueno, tentando definir sua importância no País, dirigiu-se ao jornalista sueco Henrik Brandão Jönson – que lançou um livro sobre futebol no Brasil – e declarou: “Sou um popstar. Sabe o Bono Vox? Sou o Bono Vox daqui”. 

Sua declaração é tão arrogante e distante da realidade, que só pode ser comparada às de nossa Presidente da República e de seu antecessor. Entretanto, antes da Copa, além de Dilma Rousseff Lula e Galvão, essa postura era generalizada entre todos os jogadores brasileiros da seleção de futebol e da equipe técnica.

Na Europa, a presidente declarou, diante vários líderes políticos mundiais e de centenas de jornalistas, que o Brasil realizaria a Copa das Copas e Lula disse que se perdêssemos a copa em casa, viria da África ao Brasil nadando.

De que serviu tanta arrogância se o que demonstramos foi exatamente o inverso? O time brasileiro chegou ao quarto lugar por mera fatalidade, pois pelo futebol pífio que apresentou, não deveria ter passado sequer das quartas de final.

Lula, o eterno bêbado, não apareceu para dar mais nenhuma declaração imbecil e muito menos para honrar sua palavra, cumprindo a promessa de cruzar o Oceano Atlântico a nado. Ainda bem, pois como disse um jornalista europeu, certamente causaria indigestão nos tubarões.

Nosso time não foi humilhado pelos alemães somente no placar de 7 a 1. Maior humilhação foi a lição de civilidade e educação que deram antes, durante e depois do jogo, ao demonstrar respeito para com o adversário e se integrarem com o povo brasileiro e, com isso, ganhando a simpatia da população humilde dos bairros que visitaram. O mesmo ocorreu com os japoneses, que ao saírem dos estádios de futebol, recolhiam o lixo deixado pelos brasileiros e outros povos que assistiram àquele jogo.

No município de Santa Cruz Cabrália, no sul da Bahia, onde estavam concentrados, os alemães construíram, no resort da Vila de Santo André, o próprio campo de futebol e toda a estrutura que julgavam necessária para seus treinos e depois, deixaram tudo como legado ao local. No final da Copa, o time alemão também deu de presente à Comunidade Indígena Pataxó da aldeia Nova Coroa, no sul da Bahia, um cheque de 10.000 Euros para a compra de uma ambulância.

A Federação Alemã de Futebol também doou, para a Escola Municipal de Santo André, onde estudam setenta alunos, material escolar, móveis e 25 bicicletas no valor de R$ 3.000,00 cada – que haviam sido trazidas para que os jogadores andassem pela região (os nossos só andam em carros importados) -, além de patrocinar o plantio de grama no campo de várzea da Vila. As bicicletas deverão ser vendidas e o dinheiro aplicado em projetos sociais da comunidade local.

Lula, o bêbado de plantão, e a Presidente Dilma, pelo contrário, além de patrocinarem um incalculável desperdício de dinheiro público em obras faraônicas que, em sua grande maioria, de nada servirão a partir de agora, só envergonharam o país. Primeiro com as declarações inacreditáveis para um chefe de Estado e depois pelo comportamento.

Ao assistir a final da Copa ao lado de vários líderes mundiais, entre os quais Angela Merkel, chanceler da Alemanha, que jogava contra a Argentina, a Presidente Dilma Rousseff foi incapaz de sequer cumprimentar a alemã quando esta se levantou para comemorar o gol de sua equipe.

Interessante como, apesar de serem considerados Homo Sapiens, certos indivíduos são capazes de tantas atitudes estúpidas.

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Playboy Ingrato?

Anísio B.Paduanni*

Médicos 06Seus pais pagam impostos a vida toda e se mataram para pagar uma boa escola, já que a escola pública é fraquíssima.

Você é bom aluno a vida toda, para valorizar o que seus pais gastam com você.

Você se mata de estudar para poder entrar em medicina na universidade federal, pois não tem dinheiro para bancar uma faculdade particular. É federal ou rua…

Tenta, por anos, entrar no curso que você quer. Sem cursinho ou fazendo um preparatório pago no sufoco.

Engorda, deixa de se divertir, se estressa, estuda feito um cavalo… e enfim passa no vestibular.

Descobre que a faculdade está podre, sem iluminação, com professores faltando, paredes rachadas e mofadas, cadeiras lascadas, sem material para aulas práticas…

Depois de um ano, passa por uma greve. Fica meses parado para, depois da greve, ter aulas de manhã, de tarde e à noite, pois precisa ”recuperar o tempo perdido”. Sua vida vira um lixo…

Você tem que comprar tudo que vai usar. Livros, materiais de aula, etc. Como você não tinha dinheiro para pagar faculdade particular, você vive de tirar xerox de livro e de gambiarras…

Você tem que imaginar como seriam aulas práticas , pois a universidade não tem material. Algumas matérias ficam mais de 6 meses sem professor.

Você é usado como mão de obra barata…

Atende nos ambulatórios do SUS, faz plantões onde o responsável dorme e te deixa sozinho atendendo, e ainda ouve que ”é assim mesmo”. Estudante tem que ralar…

Ralou, ralou… se formou!

Descanso? Perdeu, mané…

Estuda mais ainda que no vestibular, para conseguir passar numa residência médica para especialização, contra uma concorrência feroz.

Passa na prova…

Jornada de trabalho de mais de 60 horas semanais, por uma bolsa de R$ 1.100,00 ao mês.

Atende no SUS em ritmo industrial, com pouca supervisão e tem que tocar tanto serviço que mal estuda.

É usado como um médico barato, quebrando galho e tendo que improvisar tudo, sozinho na maioria das vezes.

O povo ameaça te matar, processar, bater quando não há vagas para internação, e você sofre ao ver pessoas morrendo por falta de coisas básicas, como antibióticos…

Famílias abandonam doentes no hospital e você tem que brincar de detetive, bombeiros trazem pessoas em macas e somem, juízes te mandam seguir ordens estúpidas que vão contra as normas do hospital e da saúde pública… Você vê suicídios, pedofilia, pais de família baleados. Convive com o pior que o ser humano pode fazer…

Passa o tempo, você é um especialista!

Vai trabalhar no SUS, pois quer ser útil e ajudar pessoas.

O salário é uma bosta, e você vive fazendo gambiarra para poder ajudar as pessoas.

O governo te dá o ”privilégio” de atender uma multidão de pessoas numa sala mofada, por vezes sem nem papel para prescrever medicamento.

Vendo que não dá mais, você pensa em ser livre e sai. Não aceita mais ser cúmplice da farsa que é o SUS, e se sente mal por viver no aperto e tratar pessoas como gado.

Tem que entrar em planos de saúde que te ferram, aceitando ganhar pouco para ser conhecido e é proibido de fazer milhares de coisas… mas deveres têm de montão.

Vai se tornando conhecido, se destacando… consegue montar um consultório, e no aperto, um passo por vez, vai melhorando de vida.

Quando está bem, querido pelos pacientes, feliz com seu trabalho, sentindo que seu esforço valeu a pena…
TEM QUE ESCUTAR DE UNS MERDAS SOCIALISTAS DE ARAQUE QUE VOCÊ É UM ”DEVEDOR DA SOCIEDADE”!!!

Que você é um playboy mimado, dinheirista, corporativista… que não gosta de pobre, que não luta pela saúde, que usou recursos do povo para se formar…

Tem que ler a opinião de imbecis parasitas, que tomam chimarrão o dia inteiro e vivem de benefício do governo.

Pessoas que nunca sentaram a bunda numa cadeira para estudar acham que você ganha muito pelo que faz, e que tem mais é que ”aprender uma lição”.

É criticado, chamado de ”coxinha”, elite, reacionário, por pessoas que vivem de cargo comissionado do PT e ganham muito mais que você ( e como bons socialistas hipócritas, NÃO dividem sua riqueza com o povo…). Todo fracassado vira um blogueiro ”formador de opinião” contra você.

É usado como bode expiatório de um ministro da saúde estúpido, que só pensa em como agradar seu partido. Passa a ser culpado pelo SUS não ter leitos, por não ter material, por não ter vagas, por ter filas de espera.

Criam uma campanha difamatória dos médicos, para poderem concretizar um esquema corrupto e bilionário com Cuba. Médico brasileiro vira o pior bandido que existe, e cubanos são santos…

Abrem 200 universidades de medicina, médicos ganham menos de 1/4 do piso salarial da categoria, e o PT inventa que falta médicos!

Dizem que ”deve haver debate”, mas no final o PT só faz o que queria fazer.

Você tem escolha e sua opinião importa… apenas se for a mesma do PT , sair barato e ajudar na reeleição da quadrilha…

Só não falam que os prefeitos não pagam em dia, que o médico do interior perde o emprego quando outro partido assume o governo, que no interior falta TUDO e TODO TIPO DE PROFISSIONAL, que não há hospitais e nem infraestrutura.

Pregam para o povo que é só botar 5 médicos numa salinha, ”armados de boa vontade e humanismo” que tudo se resolve.

Pois é, Dona Dilma e seu chefe Lula…, seu câncer não foi operado com uma faca de pão, vocês não ficaram 3 dias numa maca mijada de corredor, não tiveram que esperar 3 meses por uma tomografia e não foram suturados com fio errado porque não havia o tipo certo…

Infraestrutura não importa, não é?

No Sírio e Libanês só tem médico descalço, que olha no seu olho, pega na sua mão e, com a força do seu humanismo, dá um jeito!

Médico não parece, mas é gente!

Todo ser humano quer viver bem e evoluir!

Um mendigo muda de ponto se ganhar mais esmola, um petista larga o emprego para virar assessor com salário de R$ 25.000,00, um motorista compra um caminhão melhor quando consegue… só médico tem que viver de brisa…

Porque tanto ódio?

Médico quer ser rico? Claro, assim como você adoraria ganhar na mega-sena.

Te atenderam mal? Mude de médico, bolas… existe advogado ruim, mecânico trambiqueiro, professor chato..

Sofre com o SUS? O médico também… salário de SUS e ambiente de trabalho são péssimos!

Vote direito, pois a saúde é obrigação do ESTADO!

Médicos não mandam no SUS e não tem poder nenhum sobre ele. São usados como operários assalariados de um governo podre e corrupto, que deixou de investir mais de 17 bilhões no SUS enquanto acusa médicos de serem gananciosos.

O PT enriquece e nós somos os ”gananciosos”…

Felizmente nem tudo está perdido…
As pessoas decentes, com cérebro e moral percebem quem é o vilão da história, e nos são gratas pelo nosso esforço.

Meus pacientes me dão mais carinho e gratidão que o ódio que recebo de fracassados ”revolucionários da justiça social” .
Por isso mesmo me esforço por eles e vivo sem culpa!

Faço o bem, ganho a vida com isso e não devo nada à ninguém, exceto meus pais e mestres…
Quer me cobrar “dívida social”?

Eu pago… desde que cada beneficiário do bolsa família devolva o que recebeu, que cada petista devolva seu cargo comissionado e que cada bandido pague pelos seus crimes.

Muita gente deve muito mais que eu à sociedade, mas eu sou o alvo apenas por ter me esforçado…

Socialismo é lindo…quando você é o vadio que recebe o lucro do esforçado!

A quadrilha criminosa no poder pode manipular as mentes fracas e podres, mas nunca vai dominar as pessoas de bem, que são rotuladas de ”elite reacionária”, mas que levam esse país para frente, mesmo levando a culpa por tudo…

Eu não obedeço bandido, e por isso o PT nunca vai ter poder sobre mim!

A única opinião me importa vem da velhinha que me abraça, do homem que me dá um peixe de presente por ter sido curado, da menina que desistiu do suicídio e me acena sorrindo na rua…

PT e Cia. Que se explodam. Num país decente, já estariam fora do poder ou presos…

* Anísio B.Paduanni é médico psiquiatra no estado do Mato Grosso do Sul

Publicado por: Ataque AbertoBlog do Newton Luiz FinatoBlog do Vicente Alencar ; Blog O Sarrafo ; Heitor de Paola.com ;


O país em que vivemos.

João Bosco Leal

CompetênciaA humilhante derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo da FIFA, realizada em nosso próprio país, certamente servirá para trazer à tona a realidade em que estamos vivendo. Palavras como frustração, decepção, humilhação e tristeza foram as que mais ouvi e li após o jogo.

As declarações da nossa presidente de que esta seria a “Copa das Copas” e de Lula afirmando que se o Brasil perdesse viria da África ao Brasil nadando já haviam sido motivo de chacota por todo o mundo. Um vídeo que circula na internet mostra uma jornalista europeia rindo tanto das declarações de Dilma sobre a copa que faríamos, que pediu ajuda para terminar o texto que lia, enquanto outro declarava que durante a travessia de Lula, os tubarões poderiam passar mal.

Entretanto, durante os dias em que a copa se realizava e nosso time ganhava, a mesma população que há dias vinha realizando diversos tipos de protestos, bem como todos os meios de comunicação, deixou de falar ou de dar ênfase, a nossos verdadeiros desastres internos como os que vivemos na saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e PIB.

Antes desse jogo ouvi uma Petista, que comentava sobre os protestos, afirmar que os problemas de um país não poderiam ser resolvidos em uma única semana, pois haviam sido causados por governos anteriores, mas que seu partido havia feito muito pelo país.

Esquece-se, porém, que este partido já governa o país há 12 anos e que, neste período, conforme dados do próprio IBGE, a qualidade do ensino no país despencou a tal ponto que, mesmo sendo a sétima economia do mundo, estamos na penúltima colocação do ranking mundial da educação. A saúde pública nunca esteve tão mal, a segurança pública piorou muito, o PIB brasileiro é um dos piores do mundo e atualmente, mesmo que pudesse, o país estaria impossibilitado de crescer por falta de infraestrutura energética, rodoviária e portuária.

Porém, nos governos do PT, este país ainda é capaz de financiar a construção de um porto em Cuba e rodovias, aeroportos, usinas hidrelétricas e redes de distribuição de energia em outros países, além de propiciar o enriquecimento de líderes do partido, com fortunas incalculáveis para os padrões brasileiros.

A grande maioria da população – que tem no futebol, no samba e na bebida, seu pão e o circo -, é facilmente manobrada pelo partido que a governa por ser pouco informada e praticamente analfabeta. Essa massa populacional acreditava que ganhar a Copa bastaria para o Brasil se transformar em uma grande potência da humanidade, tanto que quando o país ganhou os primeiros jogos disputados na copa, as pesquisas de opinião indicaram um aumento de 4% na intenção de voto em favor da reeleição da atual presidente.

Diferente do que ocorre em qualquer empresa privada do mundo, onde é preciso trabalhar para ganhar e trabalhar mais ainda para ser promovido e ganhar mais, uma grande parcela dos brasileiros está acostumada – através dos mais diversos tipos de “vales” – a ser sustentada pelos que trabalham e pagam impostos e, com medo de que isso acabe, continua reelegendo os que aí estão. Isso me leva a crer que essa massa, em sua grande maioria, é preguiçosa, preza mais a Bolsa Família que a moralidade e, se estivesse no poder, faria as mesmas coisas, agiria da mesma forma que os safados oficiais.

E como na seleção brasileira de futebol, ficou claro que o Poder Judiciário também dependia de um só homem, pois assim que os dois saíram, tanto o time quanto a justiça sofreram transformações radicais. Diante dessa realidade, ao final do jogo em que o Brasil foi derrotado, o jogador David Luiz declarou: “Só queria ver meu povo feliz, pelo menos por causa do futebol”. 

O povo só será feliz quando tiver educação necessária para saber votar e exigir seus direitos.

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