Observo

João Bosco Leal 

Olho 02As amadas.

As odiadas.

As ousadas.

As usadas.

 

As confiantes.

As farsantes.

As militantes.

As vibrantes.

 

Os avisos.

Os improvisos.

Os indecisos.

Os precisos.

 

Os bares.

Os lares.

Os luares.

Os mares.

 

As apaixonadas.

As desprezadas.

As faladas.

As iradas.

 

As imaginações.

As realizações.

As superações.

As vibrações.

 

Os gigantes.

Os irrelevantes.

Os meliantes.

Os petulantes.

 

Os casamentos.

Os momentos.

Os planejamentos.

Os sofrimentos.

 

As bisonhas.

As enfadonhas.

As risonhas.

As tristonhas.

 

As controvertidas.

As convertidas.

As divertidas.

As introvertidas.

 

As chegadas.

As partidas.

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Eu gosto

João Bosco Leal  

Curtindo-seDe você em meus braços.

Dos carinhos e abraços.

De toques que aquecem.

Dos que depois acontecem.

 

De olhares assanhados,

Dos beijos excitados,

De minhas mãos te tocando,

Dos desejos aflorando.

 

Dos corpos assanhados,

Dos pelos arrepiados,

Dos mamilos empinados,

Dos seus lábios inchados.

 

De vê-la excitada,

De senti-la molhada,

Do seu corpo pedindo,

Do meu te invadindo.

 

De ouvi-la apelando,

De me sentir violando,

Do seu corpo vibrando,

Do meu retesando.

 

Das insinuações,

Das provocações,

Das movimentações,

Das respirações.

Das narrações,

Das explosões,

Das satisfações,

Das exaustões.

 

De estarmos deitados,

Dos corações acelerados,

De corpos cansados,

Dos desejos saciados.

 

Das risadas e gargalhadas,

Das palavras trocadas,

Das mãos apertadas,

Das pernas entrelaçadas.

 

De te acariciar,

De te beijar,

De sonhar e acordar,

De ter alguém para amar.

 

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Meio Ambiente tem mártires

João Baptista Herkenhoff*

         Preservação do Meio Ambiente Gosto de me valer de datas comemorativas para conversar com os leitores. Cinco de junho foi o Dia Mundial do Meio Ambiente. A semana que começa nesse dia é a Semana do Meio Ambiente que gera debates e eventos diversos. O momento é assim oportuno para tratar das questões ambientais.

No Espírito Santo temos um mártir na defesa do meio ambiente: Paulo César Vinhas. Este biólogo foi assassinado porque se opôs à criminosa extração de areia na orla de Guarapari, com grave dano ao meio ambiente. Seu corajoso posicionamento contrariava o deus lucro, e ai de quem se atreve a mexer com esse deus.

          O zelo pelo meio ambiente insere-se dentro de uma específica visão de mundo e de homem.

          Se temos uma concepção hedonista da vida, se nosso horizonte de preocupações fecha-se nos limites de nossa casa, se o prazer pessoal e ilimitado é nossa referência – não há razão para que pensemos em meio ambiente. Se, ao contrário, nós nos vemos como partícula do universo, se nosso destino como pessoa projeta-se no destino comum dos seres, se raciocinamos numa perspectiva de futuro – gerações sucedem gerações; então, nesta compreensão do papel que desempenhamos no Universo – meio ambiente é tema que nos toca profundamente.

Miguel Reale escreveu em suas “Memórias”: “A civilização tem isto de terrível: o poder indiscriminado do homem abafando os valores da Natureza. Se antes recorríamos a esta para dar uma base estável ao Direito (razão de ser do Direito Natural), assistimos hoje a uma trágica inversão, sendo o homem obrigado a recorrer ao Direito para salvar a natureza que morre”.

A consciência ambiental disseminada na opinião pública assume especial relevância na atualidade, para que todos sejamos guardas da natureza, defendendo-a de agressões e esbulhos. O compromisso com a defesa do ambiente reclama uma atuação conjunta de atores sociais – legisladores que façam leis protetoras; autoridades do Executivo que estejam vigilantes; Ministério Público pronto para intervir, como lhe cabe;  magistrados preparados para aplicar, com descortino, o Direito Ambiental nas suas decisões.

A Constituição Federal estabelece que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Este é considerado bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida. Cabe, não apenas ao poder público, mas também à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo.

O “Direito Ambiental” constitui parte da educação para a Cidadania. Deve ser discutido nas escolas de todos os graus. Deve merecer especial atenção no Curso de Direito, seja como disciplina do currículo ou, pelo menos, nas atividades complementares oferecidas aos alunos. A proteção do ambiente é a segurança da sobrevivência sadia das gerações futuras.

*João Baptista Herkenhoff é juiz de Direito aposentado, Livre-Docente da Universidade Federal do Espírito Santo e escritor. Seu mais recente livro: Encontro do Direito com a Poesia – crônicas e escritos leves. E-mail: jbherkenhoff@uol.com.br

Publicado por: Recebido do autor por e-mail.


A vida real

Smartphones e os JovensDe um amigo real, recebi um e-mail com um vídeo onde o personagem central dizia possuir 422 amigos com quem se comunicava diariamente, mas que era solitário e que destes, nenhum o conhecia realmente.

Apesar da presença física de seu parceiro sentado na mesma mesa, de estarem diante um do outro, o que se vê atualmente entre amigos, namorados ou casais, são pessoas que não se falam, mas através de seus smartphones, se comunicam com outros que muitas vezes estão a milhares de quilômetros de distância.

Na realidade, essas “redes sociais”, de “social” nada possuem, pois provocam um afastamento real das pessoas que estão próximas. O mesmo ocorre com os jogos eletrônicos atualmente existentes nos atuais aparelhos celulares ou tablets.

As crianças passam o dia manuseando jogos eletrônicos e o que menos fazem é falar com seus amigos, pais ou irmãos. Elas não sabem o que é brincar de esconde-esconde, amarelinha, pega-pega, carrinhos de rolimã, soltar papagaio, jogar bolinha de gude e tantas outras brincadeiras das gerações anteriores.

Essas sim eram brincadeiras “sociais”, pois faziam a integração entre as crianças e, ao mesmo tempo, despertavam seu interesse para a disputa e o uso da imaginação, que futuramente seriam utilizadas diariamente em diversos setores de suas vidas, além de ainda as exercitarem fisicamente.

Os jovens atuais “namoram” através de mensagens eletrônicas, pelos Messenger, Whatsapp ou Skype existentes, enquanto os das gerações passadas sentiam os corações acelerarem quando se aproximavam ou viam passar a pessoa por quem se interessavam.

As paqueras e namoros eram iniciados com os olhos nos olhos, depois vinham os primeiros toques, delicados, de uma mão na outra, para só então ocorrer o primeiro beijo. Atualmente ocorrem algumas trocas de mensagens eletrônicas, no primeiro encontro já “ficam” e no dia seguinte cada um já “está em outra”.

As pessoas estão com limitações cada vez maiores de seus espaços físicos e se comunicando apenas com nomes nos monitores, sem tomar conhecimento do que ocorre no campo físico, à sua volta. Ninguém mais conhece o seu vizinho, ainda que resida no mesmo andar do prédio, na porta da frente, e poucos são os que sabem o nome do zelador de seu prédio.

Dentro da própria casa, os pais que saíram cedo para trabalhar só retornam à noite, nada sabem sobre as ocorrências diárias de seus filhos que ficaram aos cuidados de uma pessoa que certamente teve uma educação totalmente distinta do que pretendem dar a seus filhos, mas que, na prática, é quem realmente os educaria se impusesse horários para estudo, limites no uso de aparelhos eletrônicos e exigisse que se alimentassem corretamente, o que certamente não ocorre.

Alguns anos depois estes pais encaminham seus filhos a psicólogos, nutricionistas e fazem terapia de casal, tentando entender como seu relacionamento com eles parece com o de dois estranhos, porque se alimentam tão mal, estudam muito pouco e passam o dia alienados do mundo real, dedicando seu tempo quase que exclusivamente aos jogos e comunicações virtuais.

Talvez para compensar sua ausência física, esses pais, quando presentes, também não impõem limites, regras, horários ou exigem uma alimentação saudável de seus filhos. Crianças ainda muito pequenas não se exercitam, estudam quando querem, só se alimentam de comidas industrializadas, frituras, refrigerantes e assim, logo estão obesas, com problemas de saúde e até com diabetes.

Ao ligarmos nossos computadores, abrimos as portas do mundo virtual para a diversão, o conhecimento e a pesquisa, mas nos distanciamos do real.

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As escolas de antigamente

Gen. Valmir Fonseca Azevedo Pereira*

General Valmir Fonseca 01Vou falar das Escolas que cursamos no passado. No meu caso, das militares, da Escola Preparatória de Porto Alegre (EPPA) e da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).

Nelas, tivemos os exemplos de bons instrutores e monitores, de Tenentes dedicados, todos de conduta ilibada e por vezes mais severos do que gostaria a nossa juventude.

Olhávamos com respeito, os Capitães, os superiores, e, até com certo temor as maiores autoridades, os Coronéis, e principalmente, os Generais. Com maior razão o General Comandante da AMAN.

E eles nos ensinavam os assuntos militares e os morais e cívicos, pregavam a obediência a princípios fundamentais, falam sobre valores, e sublinhavam o respeito aos subordinados.

Em geral apregoavam a máxima de “não faças aos outros, o que não desejas que façam contigo”.

Acordávamos cedo e lá estavam eles, exigiam o traquejo na farda e lá estavam eles, impecáveis, destacavam a importância da disciplina e do cumprimento da hierarquia.

E assim, durante anos naqueles bancos escolares eles passaram por nós, Oficiais, Sargentos e Praças, em decorrência das transferências; mas mudava o homem e não a tônica do exemplo e da dedicação.

A qualquer momento lá estavam eles, nas instruções, nas provas, e mesmo nas dificuldades em apoio aos necessitados.

Ah, nas escolas de antigamente aprendemos ensinamentos maravilhosos, tantos que de certa forma a sua influência faz parte de nosso caráter.

Somos gratos.

Contudo, hoje é flagrante que cometeram “falhas imperdoáveis”, pois não nos ensinaram a ser patifes, calhordas, cretinos, nem desonestos, nem falsos, nem bandidos, nem a conviver com estes tipos de indivíduos, e, o pior, nem a combatê – los.

Hoje, reclamamos e tornamos público a nossa falta de capacidade e despreparo para engolir o que assistimos: a ganância, a corrupção, o apogeu da mentira e a enganação.

Incompetentes” instrutores e monitores que não nos prepararam para conviver sob a égide dos “fins justificando os meios, e de que tudo vale em beneficio de seus interesses”, que nos moldaram sob as premissas da virtude, e a preservação da honra e da dignidade, a qualquer custo.

Mas, na certeza de que não agiram de má fé, desculpamos a sua inocência ou a sua boa intenção de esconder – nos que lá fora, um dia, nesta Terra predominaria a falta de caráter, a impunidade, e que o mérito seria um nauseabundo defunto diante dos interesses pessoais.

Infelizmente, sob o peso dos anos, nós que frequentamos as escolas de antigamente, não temos mais tempo nem saco de apreendermos a arte da patifaria e, por isso, vez por outra, indignados por assistir a tantas falsidades, ao ver florescer o escárnio e a injustiça, reclamamos, denunciamos.

Mas é um grito inútil, pois os tempos são outros, a escolas de antigamente foram substituídas, e sabe – se lá o que os novos mestres ensinam, neste caso, em preparação dos jovens para se saírem bem entre os demais patifes. Nós, infeliz ou felizmente, deste tema, nada aprendemos.

Evidentemente, a História da Humanidade tem nas suas linhas uma infindável lista de indivíduos de baixíssimo padrão moral, pessoas sem escrúpulos.  E assim será, agora e sempre.

Porém, o duro é testemunhar no Brasil, que aqui, quanto mais cretino melhor, como comprovamos no nosso dia a dia.

Mas é tarde para voltar aos bancos escolares, e mais difícil viver nestes novos tempos sem reclamar daqueles antigos Mestres, que não nos prepararam para viver nesta fedorenta esbórnia.

A grande dúvida é se diante de tantos patifes, a História da Pátria poderia perdoar – nos se liderássemos uma revolução que sob a desculpa do “paredón” eliminasse sem piedade, os abomináveis detratores da honra e da grandeza do Brasil.

Brasília, DF, 31 de maio de 2014

Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

*Cadete do último ano do Curso de Infantaria da AMAN, sob o Comando do inesquecível General Emílio Garrastazu Médici, em 31 de março de 1964.

**Recebido do próprio autor, por e-mail


Quem és?

João Bosco Leal

Corrupção 10Que só usa carro do ano?

Que só voa em jato particular?

Que só se veste com roupas de marca feitas por encomenda?

Que só usa calçados feitos de cromo alemão?

Que só fuma charutos cubanos?

Que bebe vinhos que custam salários?

Que usa jóias que comprariam casas?

Que frequenta restaurantes extremamente caros?

Que assiste a shows exclusivos?

Que de você muito se fala?

Que nas ruas raramente é encontrado?

Que possui camarotes que o separam dos outros?

Que de sua mansão, não vê os que sentem frio?

Que não alimenta os que passam fome?

Que não se importa com as filas nos hospitais?

Que não conhece pessoas humildes?

Que não conversa com analfabetos?

Que não se lembra de seus amigos de infância?

Que sobre tudo, sabe mais que todos?

Que pouco tinhas, mas hoje muito tens?

Que convincentemente, não explica como enriqueceu?

Que em nome de outros muitos bens possui?

Que se acha inatingível?

Que tanta gente prejudicou?

Que provoca vergonha em muitos?

Que seus netos ainda ouvirão sobre suas corrupções?

Lembre-se que, sem nada ou ninguém, ao pó voltarás e ao seu lado sepultarão quem não conheces.

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Kosovos indígenas

Preâmbulo - F. Maier

Infelizmente, caminhamos para uma verdadeira “balcanização” do território brasileiro. No futuro, é muito provável que as “nações indígenas” queiram se separar da República brasileira, criando “repúblicas autônomas” como as que havia na antiga Iugoslávia, para depois se separarem definitivamente do Brasil. As “reservas indígenas” serão nossos Kosovos, nossas Croácias, nossas Bósnias, nossas Montenegros no futuro, caso não detenhamos o desmembramento a tempo - sem considerar os bantustões dos quilombolas e do MST, em amplo e acelerado processo de formação.

Abaixo, artigo de um oficial brasileiro que conhece muito bem o assunto.

***

Indios no Brasil 01Kosovos indígenas 

Osmar José de Barros Ribeiro (*)

03 de março de 2008

Por razões que são até hoje desconhecidas, desde o governo Fernando Collor o Brasil vem, sem maiores questionamentos, cedendo às pressões de ONGs ambientalistas e indigenistas bem como de governos estrangeiros e de grupos financeiros internacionais, no sentido de criar um número crescente de reservas indígenas, particularmente na Região Norte. Nosso meio de comunicação sabe-se lá a razão, talvez por desconhecimento, talvez por má-fé, engrossam esse coro vindo do exterior.

Para não irmos muito longe: a questionada e questionável criação da TI (Terra Indígena) Raposa-Serra do Sol em área contínua, colocou mais de 40% do território do Estado de Roraima sob a jurisdição de fato do Conselho Indigenista de Roraima (CIR), órgão ligado a uma série de organizações, como a Cafod (Agência Católica para o Desenvolvimento, agência oficial da Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales); Cese (Coordenadoria Ecumênica de Serviços, órgão do Conselho Mundial de Igrejas, criado e sustentado pela Igreja Anglicana); Cimi (Conselho Indigenista Missionário, órgão da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB e profundamente infiltrado pelos adeptos da Teologia da Libertação); CCPY/Comissão Pró-Yanomami (criada em 1978, originalmente denominada Comissão pela Criação do Parque Yanomami, com forte apoio internacional). Convém ainda destacar a NORAD/Agência Norueguesa de Cooperação para o Desenvolvimento (ligada ao Ministério de Negócios Estrangeiros, a qual canaliza fundos substanciais através ONGs norueguesas e da Rain Forest Foundation, nos EUA e na Noruega); a Greenpeace, cujas ações de desrespeito à soberania de muitas nações são sobejamente conhecidas; o Instituto Socio-ambiental (ISA) e outras como a Oxfam e a Survival International.

Quanto ao ISA, fundado em 22 de abril de 1994, incorporou o patrimônio do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI, umbilicalmente ligado ao Conselho Mundial de Igrejas-CMI) e do Núcleo de Direitos Indígenas (NDI) de Brasília. Como sucessor do CEDI, promove ativamente a insidiosa tese da “autonomia” dos povos indígenas. Para tanto, em especial, mas não unicamente na Amazônia, vêm organizando as “nações indígenas” e mesmo grupos de quilombolas em “uniões”, “organizações”, “federações”, “coordenações”, etc. Ao fim e ao cabo trata-se, sem dúvida alguma, de “garantir a preservação do território amazônico para o seu desfrute pelas grandes civilizações européias, cujas áreas naturais estejam reduzidas a um limite crítico”, objetivo declarado do já mencionado Conselho Mundial de Igrejas. A partir de 2002 expandiu as suas atividades, anteriormente focadas no meio ambiente e nos indígenas, para problemas ligados à posse e utilização da terra, ligando-se ao Apoio Jurídico Popular (AJUP), à Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), ao MST, à Rede Nacional de Advogados Populares (RENAP) e à Comissão Pastoral da Terra (CPT), promovendo a articulação entre as ONGs ambientalistas e os movimentos de luta pela terra.

 Dentre as organizações ligadas ao ISA, há que destacar o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), sediado em Brasília, onde desenvolve atividades voltadas ao “apoio técnico, científico e acadêmico na área de meio ambiente, com o objetivo de fortalecê-la e promover a sua articulação na Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Cerrado”. Para seus programas conta, atualmente, com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, USAID (sua cooperação com a USAID vem de 1989), Moore Foundation, ProManejo; Delegação da Comissão Européia no Brasil, World Wildlife Fund (WWF) e outras entidades. Em 1997, teve início a parceria com o World Wildlife Fund (WWF-US).  Em 1998 deu-se a sua formalização como ONG, face à necessidade de dar forma institucional às ações realizadas pela cooperação USAID//WWF-US. Em 2000, com a Embaixada do Reino dos Países Baixos, foi firmada uma parceria para a execução do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional e Sustentável – PADIS. Em 2003, criado o Consórcio ALFA, Aliança para a Floresta Amazônica e Mata Atlântica, foi um dos três consórcios selecionados pelo edital da USAID para atuação nos seguintes eixos: manejo florestal, comunidades e mercados, e planejamento de paisagens. O Consórcio ALFA é liderado pelo IEB e formado por oito outras organizações com atuação na área ambiental no Brasil.

A demarcação de TIs, tão defendida por organismos e países estrangeiros, coincidentemente localizadas sobre ocorrências minerais e dada a lamentável anuência brasileira à Convenção sobre os Direitos dos Povos Indígenas, vem trazer uma possível e desastrosa conseqüência para nós: a criação e o reconhecimento, por parte de alguns países centrais com interesses na região (por exemplo: Reino Unido, França, Holanda, EUA) de “nações indígenas” nas áreas ocupadas pelas Reservas situadas em áreas de fronteira, ao norte da calha do Solimões/Amazonas. Sem dúvida, o primeiro “Kosovo indígena” estaria em Roraima (mais de 60% da sua área é reserva indígena ou ambiental) e resultaria da união da Reserva Ianomâmi com a da Raposa-Serra do Sol.

Quem tiver qualquer dúvida quanto ao afirmado, bastará entrar na internet e consultar os sítios das organizações mencionadas anteriormente. Tomará conhecimento da aversão das ONGs à presença do Estado Nacional naquela área e da pressão contra as autoridades brasileiras em fóruns tais como a OEA e a ONU, em defesa dos direitos das “nações indígenas”.

Espero estar enganado, mas a ser concretizada tal hipótese, bem pouco vai restar-nos além de inócuos protestos e, então, bem poderão ser aplicadas a nós, brasileiros, as palavras da mãe do último rei mouro de Granada, em 1492: “Choras como mulher, o que não soubeste defender como homem”.

(*) Osmar J. B. Ribeiro é tenente-coronel reformado do Exército.


Pais e filhos

João Bosco Leal

Três Gerações 10Todos têm a oportunidade de crescer aprendendo com seus próprios erros, mas isso pode ser facilitado quando temos a humildade de ouvir os mais velhos e experientes, pois o aprendizado sempre foi doloroso, repleto tropeços e quedas, mas aprender com os erros de outros nos dá a oportunidade de atravessar obstáculos sem neles tropeçar.

A música “Father and Son”, de Cat Stevens, hoje Yusuf Islam, um grande sucesso de minha juventude, resume claramente a dificuldade de diálogo entre as gerações e como, para um pai, é difícil ver os caminhos errados tomados pelo filho que não o ouve.

Por mais que os pais errem na educação de seus filhos, certamente pensavam estar certos ou não teriam agido daquela forma, pois o amor pelos mesmos vem de antes mesmo de nascerem e a eles só desejam o melhor, em todas as áreas.

Há poucos dias um amigo dentista me contava como é comum atender pacientes cujos pais nunca mandavam tratar dos dentes de seus filhos e sim mandavam extraí-los quando surgia algum problema com um deles. É um comportamento inimaginável nos dias atuais, mas aqueles pais de quarenta anos atrás pensavam que, com aquela atitude, seus filhos nunca mais teriam problemas com o dente extraído e que no futuro, quando já não restasse mais nenhum, colocariam uma “dentadura” e teriam o sorriso bonito e sem a possibilidade de novos problemas.

Aquele profissional comentou também que isso atualmente ainda é muito comum no interior do país e que pessoas ainda muito jovens quase já não possuem dentes em decorrência desta cultura existente na mente de muitos pais. Com seu relato, passei a imaginar o trauma vivido por jovens que já quase não possuem dentes e que necessitam retirar os últimos que ainda possuem para iniciar um tratamento que hoje se daria com enxertos ósseos e implantes, para posterior aplicação de uma dentadura fixa.

Entretanto, mesmo em casos radicais como estes, que muitas vezes são verdadeiras mutilações, certamente estes pais só tiveram este comportamento por ignorância, mas jamais por desejarem mal a um filho, pois desconheço um pai que, mesmo ignorante, não ame seus filhos e por eles não dariam a própria vida.

Muitos pais ensinam seus filhos a lutar por tudo o que almejam galgar na vida profissional, emotiva ou financeira, contra injustiças, a respeitar os mais velhos e até sugerem profissões que sabem ser mais lucrativas, proporcionam escolas que os tornariam altamente capazes, mas anos depois, no futuro, se deparam com filhos desanimados, que não lutam pelo que desejam; escolheram profissões que pouco lhes remunera ou que não se dão bem em profissão alguma; incapazes, financeiramente acomodados, emocionalmente infelizes ou, pior, desejando até a morte dos pais para, com isso, herdar o que estes ou seus antepassados construíram.

William Shakespeare já dizia: “Em certos momentos, os homens são donos dos seus próprios destinos” e, paras os pais, é muito difícil não ser ouvido pelos filhos e perceber que sofrem mais do que o necessário por aprenderem com os próprios erros, quando se ouvissem, pelo menos em alguns pontos poderiam ter aprendido com os erros já vividos por outros.

Apesar dessa dificuldade de comunicação ser comum há diversas gerações – com os filhos sempre achando que sabem mais que os pais -, sempre podemos encontrar jovens que se sobressaem, que erram menos e, observando seu comportamento, é fácil perceber que grande parte de seu sucesso se deve à sua humildade de respeitar e sempre ouvir os mais velhos.

Pena que muitos só consigam enxergar esta realidade quando os pais já se foram, ou já são velhos demais para ensinar algo que os transformaria em pessoas melhores, mais capazes e menos sofridas, quando alguns, que talvez dessem mais valor aos seus, não tiveram a felicidade de sequer ouvir a voz do pai.

Falta humildade a quem, ciente do cometimento dos mesmos por seus próprios pais ou por terceiros, aprende somente com os próprios erros.

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Os irresponsáveis ambientalistas

João Bosco Leal

Infraestrutura GeralNa última década, temos assistido surgir em território brasileiro centenas de ONG’s em defesa das mais diversas causas ou com os mais variados interesses, muitas vezes até inexplicáveis, como a de atualmente haver muito mais dessas ONG’s na região Amazônica ou em diversas outras partes do país, atuando em defesa das “nações” indígenas e da preservação de animais, do que nas regiões de extrema pobreza do país, como no Nordeste, onde nossos compatriotas, seres humanos, sobrevivem sem nenhum tipo de infraestrutura nas áreas de saúde, educação, transporte, e muitos deles literalmente passam fome. 

O que se observa por trás desta realidade é que no sertão nordestino elas não encontram tantos minérios ou espécimes do bioma amazônico – que são ilegalmente subtraídos do país, principalmente pelas indústrias multinacionais de medicamentos e por contrabandistas de minérios -, ouro e pedras preciosas. É por isto que existem no Amazonas áreas de acesso totalmente restrito a brasileiros, mas liberado a estrangeiros e também, são estes os motivos de milhares de brasileiros, corruptos ou imbecis – inclusive políticos e funcionários públicos responsáveis pelos órgãos que deveriam cuidar dos índios e do meio ambiente -, continuarem apoiando essas ONG’s.

Há menos de um ano eram comuns os protestos contra a construção de mais Usinas Hidrelétricas no país sob a alegação de que prejudicariam o meio ambiente e que o alagamento da área para uma das represas exigiria a mudança de uma tribo indígena do local que habitam. Entretanto, o clima mudou e estamos enfrentando uma seca que em determinadas regiões já é a maior dos últimos cinquenta anos, enquanto em alguns locais – exatamente da região norte -, diversas cidades estão isoladas pela ocorrência de tantas chuvas, que inundaram as estradas que a elas dão acesso.

Por outro lado, a falta de chuvas já sinaliza um provável racionamento de energia e em algumas regiões, como a da grande São Paulo, também de água. Enquanto isso, mais de seiscentos projetos para a construção – pela iniciativa privada -, de Pequenas Centrais Hidrelétricas, as PCH’s, que, juntas, certamente supririam, com folga, toda a carência energética do país, que inclusive, atualmente, impede até seu desenvolvimento industrial, continuam engavetados na Aneel – Agencia Nacional de Energia Elétrica -, sem sequer serem examinadas.

Existe alguma explicação lógica para, sendo o Brasil o país com o maior potencial hídrico do mundo, estar impedido de progredir por falta de energia elétrica e abastecimento de água potável? Claro que sim: a corrupção. Enquanto falta energia hidrelétrica, além de não progredirmos, temos de suprir nossas necessidades com Usinas Termelétricas, movidas a combustíveis fósseis, cuja geração é muito mais cara e poluente, mas pertencentes a grandes grupos internacionais ou a grandes empresários, amigos ou sócios de grupos políticos corruptos que hoje influem no comando do país.

Constatadas na prática essas necessidades, sumiram da mídia todos os ambientalistas que protestavam contra suas construções e os políticos atrelados a tais ONG’s. Na realidade, esses literalmente bandidos, sempre fingiram defender a minoria indígena, mas só os utilizava como massa de manobra para buscar lucros em benefício próprio, quando deveriam pensar em termos da população geral do país e não se preocupar com a necessidade de mudança de local de uma minoria, em benefício da maioria.

As usinas hidrelétricas e as pequenas centrais hidrelétricas precisam ser construídas em todas as regiões do país, pois além de gerarem energia mais barata e limpa, seus lagos e represas são depósitos de água para abastecer os brasileiros em épocas de seca como a que agora atravessamos.

O país não precisava investir bilhões de dólares na construção de campos de futebol para uma Copa do Mundo ou na construção de portos em outros países, mas esse investimento seria até barato se a população, com esses erros de seus governantes, aprendesse a votar. 

O Brasil precisa ser governado por um patriota, que invista na educação, saúde e infraestrutura, para que o povo, culto, possa progredir e não vote mais nos corruptos que aí estão.

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Quando a vida imita a piada

Diogo Costa*
Diogo Costa“Eu sempre participava de esportes. Daí eu descobri que era possível comprar troféus. Hoje eu sou campeão em tudo”.

A piada é do Demetri Martin, mas serve para simbolizar o modo como muitos brasileiros acham que a sociedade funciona: confundem o mérito da vitória com sua representação ornamental.

Quando dois fenômenos coincidem em incontáveis ocasiões, ficamos tentados a tratá-los como se constituíssem um único fenômeno, a estabelecer a partir das repetidas impressões uma relação de causalidade; ou, quando a causalidade existe, a inverter a direção da causalidade.  São casos de falácia de associação.

Ninguém acreditaria que é possível melhorar a qualidade dos atletas olímpicos brasileiros meramente aumentando a produção nacional de medalhas e troféus.  Mas pessoas bem educadas acreditam que,, ao alterarmos aspectos exteriores às conquistas pessoais e institucionais, estamos de fato conquistando algo além de ornamentação social.

Um exemplo era o que Frédéric Bastiat chamava de sisifismo: a crença no trabalho como um fim em si mesmo. Sociedades contemporâneas se acostumaram a pensar em renda sempre em termos de salário, o pagamento por trabalho realizado.  Mas o trabalho não é um bem último, é um sacrifício instrumental para a obtenção de outros bens. Aumentar o trabalho de uma sociedade não necessariamente melhora a condição de seus membros.

Se todos os computadores do mundo parassem de funcionar ao mesmo tempo, teríamos muito mais trabalho a ser realizado, mas o mundo não ficaria mais rico.  No entanto, políticas trabalhistas focam no aumento de trabalho sem que muitos percebam o empobrecimento trazido para os trabalhadores.

A luta nacional dos movimentos sindicais contra automatização de processos e flexibilidade contratual pode ter perpetuado certos empregos, mas no geral diminuiu a produtividade relativa do trabalhador brasileiro.  Empregos menos produtivos podem significar mais trabalho, mas também significam uma menor recompensa ao trabalho.

A associação entre competição e recompensa também pode ser falaciosa.  Nos esportes, no entretenimento, nos negócios, a competição mais acirrada costuma ser o caminho para as recompensas mais desejadas.  Mas os prêmios mais altos de uma sociedade nem sempre são os mais competitivos.

Uma corrida armamentista pode significar um desfecho infeliz para todos os participantes.  Ou compare a competição para ingresso em universidades.  Muitas vezes vejo os melhores alunos tomar decisões baseadas na competitividade de um curso.  Enquanto a medicina é um curso disputadíssimo no vestibular, o convidativo curso de administração acaba entregando os prêmios mais altos aos seus bons profissionais.

Políticos e empresários também cometem erros similares.  É bastante comum mercados muito competitivos, como o de restaurantes, darem menos dinheiro do que mercados menos competitivos, como o de tecnologia.  Da mesma maneira, ser competitivo em todas as áreas não fortalece uma economia.  Se os políticos conseguissem viabilizar leis que tentassem deixar o Brasil competitivo em todos os setores imagináveis, provavelmente as empresas brasileiras seriam péssimas em todos eles.  A lição da vantagem comparativa é não tentar competir em todas as áreas.

Outra associação bastante comum é aquela feita entre benefícios sociais e crescimento econômico.  Em toda sala de aula do país já foi dito que os países com o maior gasto em assistencialismo social são também os mais ricos do mundo.  Utiliza-se os países escandinavos como exemplos da ideia de que o welfare state enriquece a população.  Mas ocorre que são justamente os países mais ricos que têm mais dinheiro para desperdiçar com assistencialismo.

Países mais pobres, como os da América Latina, punem a si mesmos ao acreditarem que um gasto assistencial em níveis europeus irá corresponder à riqueza em níveis europeus.  É como um carioca morador da Pavuna achar que se mudar para a Av. Atlântica irá lhe garantir a renda milionária de seus novos vizinhos.  Se ele tem essa ambição, ele deveria ver o que os moradores da Av. Atlântica fizeram antes de serem milionários.

Da mesma forma, o Brasil deveria observar o caminho que Suécia e Dinamarca tomaram para que pudessem depois se dar o luxo de redistribuir mais de 25% do seu PIB.

Enquanto os brasileiros acreditarem nas mais variadas falácias de associação, continuaremos achando que proibir a reprovação letiva equivale a educar nossas crianças, que dar cotas raciais equivale a abandonar nossos preconceitos, que abaixar juros por decreto equivale a aumentar nossa poupança interna.

Enfim, continuaremos o cômico hábito de nos dar troféus sem conquistar nenhuma vitória.

Diogo Costa é presidente do Instituto Ordem Livre e professor do curso de Relações Internacionais do Ibmec-MG. Trabalhou com pesquisa em políticas públicas para o Cato Institute e para a Atlas Economic Research Foundation em Washington DC. Seus artigos já apareceram em publicações diversas, como O Globo, Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo. Diogo é Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Petrópolis e Mestre em Ciência Política pela Columbia University de Nova York.  Seu blog: http://www.capitalismoparaospobres.com

Publicado por:  Instituto Ludwig von Mises Brasil